terça-feira, 27 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› F1 - Wolff defende Russell de 'pessimismo' de Marko: "Carro não combina com ele"› Dorival prepara maior utilização de jovens do São Paulo nas últimas rodadas› Mesmo sem jogar, Monfils será homenageado no Masters 1000 de Paris› Que nunca nos esqueçamos do que fizeram os mais velhos nessa eleição› Morre Emerson Leal, ex-jogador do Grêmio que infartou em jogo com amigos› Abel Ferreira e Jardim viram opções para treinar o Sporting, em crise em Portugal, diz jornal› MotoGP: Martín mantém esperança de correr em Sepang após fratura "incompleta"› João Pedro tem lesão muscular na véspera de convocação da seleção› Corinthians joga vida na Série A no duelo contra o Mirassol, na sexta› Tagger leva a melhor em duelo de gerações com Venus na estreia› F1 - Wolff defende Russell de 'pessimismo' de Marko: "Carro não combina com ele"› Dorival prepara maior utilização de jovens do São Paulo nas últimas rodadas› Mesmo sem jogar, Monfils será homenageado no Masters 1000 de Paris› Que nunca nos esqueçamos do que fizeram os mais velhos nessa eleição› Morre Emerson Leal, ex-jogador do Grêmio que infartou em jogo com amigos› Abel Ferreira e Jardim viram opções para treinar o Sporting, em crise em Portugal, diz jornal› MotoGP: Martín mantém esperança de correr em Sepang após fratura "incompleta"› João Pedro tem lesão muscular na véspera de convocação da seleção› Corinthians joga vida na Série A no duelo contra o Mirassol, na sexta› Tagger leva a melhor em duelo de gerações com Venus na estreia
Esportes

Xeque Mansour amplia participação no Grupo City com aporte de £ 100 milhões

Máquina do Esporte ·
Xeque Mansour amplia participação no Grupo City com aporte de £ 100 milhões

Erling Haaland comemora gol marcado pelo Manchester City em partida contra o Liverpool na Premier League 2026/2027 - Divulgação / Manchester City

O xeque Mansour realizou um novo investimento de £ 100 milhões no City Football Group (CFG) , reforçando sua posição como principal acionista da organização que controla o Manchester City e outros clubes ao redor do mundo, incluindo o Bahia no Brasil.

Documentos registrados na Companies House mostram que 11.327.163 novas ações do CFG foram emitidas em 14 de outubro e adquiridas pela Newton Investment and Development, empresa ligada a Mansour. Com a operação, a participação do dirigente no grupo passou para aproximadamente 81%.

A transação também implica uma avaliação de mercado em torno de £ 5,9 bilhões para o CFG. A gestora americana Silver Lake permanece como a principal acionista minoritária da companhia.

Segundo o CFG, os recursos recebidos correspondem a “capital próprio do nosso maior acionista”. “Os recursos serão usados ​​para fins corporativos normais, de acordo com nossos planos estratégicos, financiando investimentos planejados no City Football Group”, afirmou um porta-voz da organização ao jornal londrino City AM.

O aporte ocorre em um momento de incerteza para o Manchester City. Neste mês, uma comissão independente concluiu que o clube cometeu 114 violações das regras financeiras da Premier League após analisar operações realizadas ao longo de nove temporadas.

De acordo com a decisão, acordos comerciais teriam sido utilizados para mascarar aportes do proprietário e aumentar artificialmente as receitas do clube.

O Manchester City recorreu da decisão e contestou a conclusão da comissão. Em comunicado, a equipe classificou o veredito como “inseguro” e afirmou que ele contém “erros materiais claros de direito, princípio e fato”.

Caso o recurso seja rejeitado, a punição ainda precisará ser definida. Entre as sanções em discussão estão multas, perda de pontos e até mesmo o rebaixamento esportivo.

Além desse processo, o clube pode enfrentar outro desafio regulatório. Na semana anterior, o presidente do Regulador Independente do Futebol (IFR), David Kogan, afirmou que o órgão possui “poder absoluto” para obrigar um proprietário a vender um clube caso conclua que a gestão foi conduzida sem a devida diligência.

Segundo Kogan, porém, qualquer medida dependerá primeiro da conclusão do recurso apresentado pelo Manchester City.

O novo investimento acontece enquanto o principal ativo do City Football Group ainda aguarda definições sobre seu futuro esportivo e regulatório.

Apesar da relevância do Manchester City dentro da estrutura, o CFG opera uma rede internacional de clubes. Além do Bahia, o grupo possui participações majoritárias ou de controle em equipes como New York City FC, Melbourne City, Girona, Palermo, Troyes e Montevideo City Torque, que foi semifinalista da Copa Sul-Americana.

No início deste ano, o presidente do CFG, Khaldoon Al Mubarak, declarou que o grupo teria valor mínimo de US$ 10 bilhões em uma eventual negociação no mercado e classificou os clubes da rede como “joias”, descartando a possibilidade de venda dos ativos.

Ler a notícia completa no Máquina do Esporte ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maquinadoesporte.com.br — o conteúdo pertence a Máquina do Esporte.

Mais de Máquina do Esporte

Ver tudo ›

Mais em Esportes

Ver tudo ›