Como será o esquema de segurança dentro e fora do Rock in Rio
O esquema de segurança do Rock in Rio, que começa no dia 4 de setembro, na Barra da Tijuca, contará com 7.680 agentes das polícias Militar, Civil e Lei Seca e militares do Corpo de Bombeiros.
As forças estarão presentes no entorno e dentro da Cidade do Rock, como divulgou o governo do estado nesta sexta-feira, 28.
O evento deve reunir 700 mil pessoas durante os sete dias de programação.
De acordo com o Palácio Guanabara, a Secretaria de Estado de Segurança Pública vai coordenar toda a operação, que terá drones e câmeras com tecenologia para reconhecimento facial e identificação de placas de veículos.
O espaço aéreo sobre o festival também será monitorado para evitar a operação de drones fora das regras.
Do total de agentes, 4.500 são da PM, que contará com 177 viaturas e oito torres de observação.
O controle de acesso à Cidade do Rock será feito por meio de seis pontos de bloqueio nas principais vias do entorno.
O Centro Integrado de Comando e Controle Móvel funcionará no BRT Parque Olímpico, e haverá um posto de atendimento exclusivo para o turista, com agentes bilíngues.
Policiais civis à paisana O policiamento também será realizado a cavalo, e cerca de 140 policiais do programa Segurança Presente terão como foco a prevenção de roubos e furtos do lado de fora.
Dentro da Cidade do Rock, 725 policiais civis, parte à paisana, farão esse trabalho.
A corporação vai mobilizar no total 1.700 policiais para o evento, que terá uma estrutura da 16ª DP (Barra da Tijuca).
Ocorrências poderão ser registradas em sete pontos espalhados na Cidade do Rock.
Continua após a publicidade Do Corpo de Bombeiros serão empregados cerca de 600 militares.
Entre os equipamentos que serão levados para região, estão uma viatura para atendimento a situações com múltiplas vítimas, duas plataformas mecânicas com alcance de até 42 metros de altura e um caminhão-tanque para abastecimento adicional de água.
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