Nos Estados Unidos, veículos de imprensa reagem ao banimento de Trump e suspendem cobertura em conjunto na Casa Branca
Maiores emissoras de TV dos EUA reagem a decisão de Trump que restringiu o trabalho da imprensa na Casa Branca As maiores emissoras de televisão dos Estados Unidos reagiram à restrição imposta por Donald Trump ao trabalho da imprensa na Casa Branca.
Nos Estados Unidos, para onde o presidente vai, um grupo de cerca de 15 jornalistas vai junto.
É o pool da Casa Branca.
Tem jornalista de TV, de rádio, de jornal impresso, de agência de notícias.
Repórteres de outros países, como nós, da TV Globo, fotojornalistas, repórteres cinematográficos.
Eles se revezam para cobrir os eventos e repassar a informação e as imagens para o restante.
O objetivo é garantir que a imprensa sempre tenha acesso ao presidente e o público, à notícia.
Mesmo quando não há espaço para todos - como no Salão Oval ou no avião presidencial. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia As cinco maiores emissoras do país - NBC, CBS, ABC, Fox e CNN - também se revezam.
Uma delas sempre está presente.
Cada dia, uma fica encarregada de fazer imagens oficiais do pool da Presidência e distribuir para as outras TVs espalhadas pelo país e pelo mundo.
Mas, nesta segunda-feira (21), as maiores TVs americanas se uniram e decidiram suspender a cobertura dos eventos restritos do pool.
Foi uma ação sem precedentes, em solidariedade às redes CNN e MS Now, e ao site Politico - que já não estão mais na Casa Branca.
A área onde ficam as tendas das TVs, desde sábado (19), tem tendas vazias.
Os jornalistas desses veículos estão impedidos de entrar na Casa Branca depois da ordem de Donald Trump na última sexta-feira (18).
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1.