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De publicidade à proibição: cresce ofensiva contra as bets no Brasil

Correio Braziliense ·
De publicidade à proibição: cresce ofensiva contra as bets no Brasil

A ofensiva contra as apostas on-line ganhou novos contornos e iniciativas de enfrentamento.

Na última quinta-feira (6/8), o ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), pediu vista de um processo sobre jogos de azar e defendeu que a Corte também analise a legalidade das bets.

O ministro Dias Toffoli alertou, no entanto, que uma eventual proibição ampla das apostas poderia levar o mercado para a ilegalidade.

O julgamento deve voltar à pauta do STF após a análise conjunta de processos sobre jogos de azar e a Lei das Bets.

A reação ao mercado, porém, não está restrita ao Judiciário.

Nas redes sociais, o projeto Brief, por exemplo, promoveu um desafio para mobilizar criadores de conteúdo e disputar a narrativa construída pelas empresas de apostas.

A estratégia partiu da avaliação de que os influenciadores foram fundamentais para transformar as bets em um produto presente no cotidiano dos brasileiros.

Leia mais: Flávio Dino sugere que todas as bets devem ser proibidas pelo Supremo “As bets construíram seu império justamente explorando o alcance e a confiança que as pessoas depositam em influenciadores.

Nossa aposta foi acionar a contracorrente”, afirmou o Brief ao Correio .

Segundo a organização, foram produzidos mais de 200 conteúdos originais, em diferentes formatos e redes sociais, com alcance agregado superior a 20 milhões de pessoas.

Durante o desafio, as menções às bets nas redes atingiram o maior volume registrado no ano.

O Brief afirma que a iniciativa procurou evitar uma abordagem moralista contra quem aposta e concentrar a crítica na indústria e na promessa de dinheiro fácil.

“O alvo é a indústria, não quem aposta.

Nada de tom moralista.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.correiobraziliense.com.br — o conteúdo pertence a Correio Braziliense.

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