terça-feira, 11 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
Últimas
Brasil

Biometria nas eleições: entenda como funciona a identificação biométrica

A Gazeta (ES) ·
Biometria nas eleições: entenda como funciona a identificação biométrica

As impressões digitais já fazem parte do dia a dia dos brasileiros para desbloquear celulares, acessar aplicativos bancários e confirmar a identidade em diversos serviços. Nas eleições, a biometria também vem ganhando espaço como uma aliada da segurança, permitindo que a Justiça Eleitoral confirme a identidade do eleitor de forma rápida e confiável antes da liberação da urna eletrônica.

Para as Eleições 2026, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 88% dos mais de 158,7 milhões de eleitores aptos a votar já possuem o cadastro biométrico realizado. A expectativa é que a tecnologia contribua para tornar o processo eleitoral ainda mais seguro, reduzindo o risco de fraudes relacionadas à identificação.

Segundo a advogada Bárbara Ermilia Brito de Sousa Costa, professora de Direito da Faculdade Pitágoras, a biometria é uma ferramenta de autenticação relevante e não interfere no voto propriamente dito. “A função da biometria é confirmar que a pessoa que compareceu à seção eleitoral é realmente a titular daquele cadastro. Em nenhum momento, ela registra ou permite identificar a escolha feita na urna, preservando integralmente o sigilo do voto”, explica.

Ao chegar à seção eleitoral , o eleitor apresenta um documento oficial de identificação e, quando possui biometria cadastrada, é orientado a posicionar um dos dedos no leitor biométrico. Após a confirmação da identidade, a urna é liberada para a votação ser realizada normalmente.

Em alguns casos, a leitura da impressão digital pode não ocorrer na primeira tentativa. Isso pode acontecer por fatores como dedos muito secos, úmidos ou desgastados pelo tipo de atividade profissional exercida. Nessas situações, novas tentativas são realizadas e, se necessário, a equipe da Justiça Eleitoral utiliza outros procedimentos previstos para confirmar a identidade do eleitor.

Sim. Não ter a biometria cadastrada não impede o exercício do voto, desde que a situação eleitoral esteja regular. “O eleitor será identificado pelos meios previstos pela Justiça Eleitoral, garantindo que possa participar normalmente da eleição”, esclarece a advogada.

3. A biometria substitui o documento de identificação? Não. Mesmo com o cadastro biométrico, é indispensável apresentar um documento oficial com foto no dia da votação. A identificação documental continua fazendo parte do procedimento adotado nas seções eleitorais.

Ler a notícia completa no A Gazeta (ES) ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.agazeta.com.br — o conteúdo pertence a A Gazeta (ES).

Mais de A Gazeta (ES)

Ver tudo ›

Mais em Brasil

Ver tudo ›