Técnico da seleção brasileira de ginástica detalha preparação para o Mundial
Em entrevista exclusiva, Francisco Porath explicou formação da seleção de ginástica artística feminina num cenário sem Rebeca Andrade fazendo solo
O Campeonato Mundial de ginástica artística é apenas em outubro. Mas Francisco Porath, técnico e coordenador da seleção feminina do Brasil, já está fazendo contas para definir o time ideal para levar à competição. E tudo gira em torno do principal nome da história da ginástica brasileira: Rebeca Andrade. Em entrevista exclusiva ao OTD, Chico explicou que o fato de Rebeca não fazer mais solo mudou a equipe como um todo, exigindo com que todas as outras atletas se esforcem para treinar os quatro aparelhos.
Após um ano sabático, Rebeca Andrade voltou a competir em 2026. Com sua aposentadoria no solo confirmada após o ouro nos Jogos Olímpicos Paris-2024, a ginasta no momento treina apenas os outros três aparelhos da ginástica artística. Assim, Francisco Porath vê a necessidade de todo o restante da equipe do Brasil competir no individual geral. “A Rebeca não fazer solo mexe com toda a estrutura da equipe do Brasil. E acho isso bem interessante e tem dado resultado. Para estar na equipe, as meninas precisam fazer mais aparelhos. E o individual geral é o melhor dos mundos para todas. Por isso que a gente instruiu os treinadores de todas as meninas para que elas façam o individual geral”, afirmou o treinador.
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