Carro elétrico português mira o Brasil com desafio de criar versão nacional; conheça
O carro elétrico português BEN dá seus primeiros passos no Brasil por meio de uma iniciativa que busca desenvolver soluções para a mobilidade urbana a partir das ideias de jovens estudantes.
O Centro de Engenharia e Desenvolvimento de Produto (CEiiA), de Portugal, realiza nesta terça-feira, em São Paulo, um desafio internacional que reunirá alunos de escolas paulistanas para criar uma versão brasileira do veículo e pensar em novas formas de tornar o transporte nas grandes cidades mais eficiente e sustentável.
O BEN tem cerca de 2,5 metros de comprimento e capacidade para até três ocupantes.
O modelo tem produção em larga escala prevista para o início de 2027, após receber o certificação de homologação da União Europeia.
No Brasil o foco inicial está no desenvolvimento de ideias e soluções para a mobilidade.
O projeto também chega em um momento de expansão da eletrificação da frota brasileira.
Em setembro de 2026, o país atingiu a marca de 1 milhão de veículos leves eletrificados em circulação, segundo a Associação Brasileira do Veículo Elétrico (ABVE).
A iniciativa, chamada BEN Builders, pretende aproximar os jovens do processo de criação de novas soluções para as cidades.
Além da substituição de motores a combustão por motores elétricos, o desafio envolve temas como compartilhamento de veículos, conectividade, integração entre diferentes meios de transporte, redução das emissões de carbono e uso mais eficiente do espaço urbano.
A primeira edição do BEN Builders aconteceu no Porto, em Portugal, nos dias 17 e 18 de abril de 2026.
Depois do Brasil, o projeto passará pelo Japão e por um país africano, ainda a ser definido.
As equipes vencedoras de cada país disputarão uma final internacional.
O projeto vencedor terá uma miniatura do BEN enviada ao espaço a bordo de um dos satélites desenvolvidos pelo CEiiA, com lançamento previsto para 2027.
Segundo Ana Gonçalves, coordenadora da área de Future Design do CEiiA, “as próximas gerações não serão apenas usuárias das cidades que estão sendo construídas hoje, mas também poderão participar ativamente da criação de novas soluções para a vida nas cidades”.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.infomoney.com.br — o conteúdo pertence a InfoMoney.