Vacina contra o sarampo: quem deve tomar, o que é a ‘dose zero’ e quem não pode ser imunizado
vacinação sarampo Freepik O Ministério da Saúde recomendou que os municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e São Paulo, no estado de São Paulo, ampliem a oferta da vacinação contra o sarampo para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos de idade, de forma indiscriminada.
A estratégia foi definida após a identificação de casos da doença, que indicam uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus nessas localidades.
Saiba onde há menos filas para tomar vacina contra o sarampo na cidade de SP A vacina contra o sarampo é oferecida gratuitamente pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e faz parte do Calendário Nacional de Vacinação para pessoas de 12 meses a 59 anos.
Em situações de circulação do vírus, porém, o Ministério da Saúde recomenda também a aplicação da chamada dose zero em bebês de 6 a 11 meses.
Veja abaixo curiosidades e explicações sobre quem deve receber a vacina e quais são as exceções: São Paulo confirma novo caso de sarampo; estado soma 14 infecções em 2026 Quem pode tomar a vacina contra o sarampo? A recomendação do Ministério da Saúde para os municípios de Guarulhos, São Bernardo do Campo e São Paulo é ampliar a vacinação para todas as pessoas de 6 meses a 59 anos, de forma indiscriminada.
Na rotina, a vacina integra o Calendário Nacional de Vacinação para pessoas de 12 meses a 59 anos.
A medida de ampliação ocorre em razão da identificação de casos de sarampo e de uma cadeia de transmissão relacionada à importação do vírus nas localidades.
O que é a chamada 'dose zero'? Em situações de circulação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda uma dose adicional para crianças de 6 a 11 meses de idade, chamada de dose zero.
A estratégia busca ampliar a proteção dos bebês, que são mais vulneráveis à infecção pelo sarampo e ao desenvolvimento de formas graves da doença.
A dose zero não substitui as doses previstas no calendário de vacinação de rotina.
Por que pessoas com 60 anos ou mais não são vacinadas? Para pessoas com 60 anos ou mais, a vacinação de rotina contra o sarampo não é indicada porque, em geral, esse grupo viveu em um período de intensa circulação da doença, antes da ampla vacinação no país.
Segundo o Ministério da Saúde, essas pessoas têm elevada probabilidade de já terem adquirido imunidade pela infecção natural.
Há, porém, situações em que a vacinação pode ser recomendada.
Em casos de maior risco de exposição, como o contato com um caso suspeito ou confirmado, a indicação pode ser feita.
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