Quem era 'blogueira' que foi morta a tiros em clube na Zona Leste de Teresina
A jovem Rafaella Freire Cabral, morta a tiros no Clube de Engenharia, na Zona Leste de Teresina, nesse domingo (20), identificava-se como blogueira nas redes sociais Reprodução A jovem Rafaella Freire Cabral, morta a tiros no Clube de Engenharia, na Zona Leste de Teresina, nesse domingo (20), identificava-se como blogueira nas redes sociais e publicava sua rotina.
Conforme a polícia, ela já havia sido investigada por porte ilegal de arma de fogo.
A jovem tinha tinha dois filhos, um menino e uma menina, e relatava nas redes sociais que era professora de kite surf e massoterapeuta.
Rafaella costumava publicar sua rotina nas redes sociais, onde mostrava a vida com os filhos, prática de esportes, incluindo o jiu jitsu e diversão com amigos.
Alvo de investigação Segundo o coronel Carlos Pitombeira, da Polícia Militar, ela já tinha sido investigada pela Polícia Civil por porte ilegal de arma de fogo e organização criminosa.
O g1 não conseguiu informações sobre o desfecho das investigações.
Em uma foto que circulou online a jovem aparece segurando uma submetralhadora artesanal.
Morta a tiros Rafaella foi morta a tiros na tarde de domingo (20), dentro de um clube na região do bairro Satélite, na Zona Leste de Teresina.
A informação foi confirmada pelo 29º Batalhão da Polícia Militar.
Segundo o capitão César, do 29º Batalhão da Polícia Militar, testemunhas informaram que a jovem estava com outras pessoas no clube quando se afastou para buscar algo em seu veículo.
Pouco depois, testemunhas ouviram disparos. ✅ Siga o canal do g1 Piauí no WhatsApp Ao se aproximarem do local de onde vieram os tiros, as testemunhas encontraram Rafaella caída no chão.
Após a confirmação da morte, a perícia e o Instituto de Medicina Legal (IML) foram acionados para realizar os procedimentos necessários.
As circunstâncias e a motivação do crime ainda são desconhecidas, mas testemunhas informaram que a jovem teria se desentendido com outras pessoas antes do crime.
O caso será investigado pelo Departamento de Homicídio e Proteção à Pessoa (DHPP).
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