Israel mata três em Gaza e anuncia prisão de integrante do Hamas
Disparos e ataques aéreos israelenses mataram pelo menos três pessoas, incluindo duas crianças, na Faixa de Gaza nesta terça-feira (1º), segundo autoridades de saúde do território.
Outros moradores da região ficaram feridas no bombardeio, considerado excepcionalmente intenso por paramédicos ouvidos pela Reuters.
Dois veículos foram atingidos e ficaram completamente destruídos.
Testemunhas disseram à Reuters que dez aviões de guerra israelenses dispararam pelo menos 12 mísseis no oeste da Cidade de Gaza, uma região habitada por famílias deslocadas.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, afirmou que um integrante de alto escalão do Hamas foi preso, enquanto o grupo alega que uma força especial israelense tentou realizar uma operação na Cidade de Gaza, mas foi descoberta.
Leia Mais Ataques israelenses em Gaza matam pelo menos três pessoas Ataques de Israel em Gaza matam seis pessoas, incluindo uma criança Ataque israelense mata dois palestinos em Gaza, dizem autoridade Cessar-fogo não impede ataques Um cessar-fogo apoiado pelos Estados Unidos, que entrou em vigor em outubro de 2025, interrompeu os combates em larga escala que haviam devastado o enclave, mas não encerrou os ataques israelenses .
Os militares afirmam que essas operações têm como objetivo impedir ataques do Hamas e de outros grupos militantes palestinos.
O Hamas acusa Israel de violar repetidamente o cessar-fogo e de prejudicar os esforços para avançar com um plano mais amplo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para encerrar a guerra.
O plano inclui novas retiradas de tropas israelenses de Gaza e o desarmamento do Hamas.
Mais de 1.300 palestinos foram mortos em Gaza desde a entrada em vigor do cessar-fogo, em outubro do ano passado, segundo autoridades de saúde de Gaza.
Os militares israelenses afirmam que quatro soldados israelenses foram mortos no mesmo período.
Israel avança com plano que pode impossibilitar solução de dois Estados
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.