BH: festival gratuito traz sabores do Pará a SC com pratos a R$ 35
Belo Horizonte — Polvo braseado com batatas crocantes , pirarucu , açaí , vatapá paraense e torresmo de barriga . Esses são alguns dos pratos de diferentes cantos do Brasil estarão reunidos na 12ª edição do Festival Fartura BH , que acontece neste sábado (10/10) e domingo (11/1o), na Praça José Mendes Júnior, atrás da Praça da Liberdade, na região Centro-Sul de Belo Horizonte.
O evento reúne cerca de 40 restaurantes e chefs, com pratos que custam, em média, R$ 35, e espera receber 40 mil pessoas durante o fim de semana. A entrada é gratuita.
“O tema de voltar às origens vai além de simplesmente voltar a realizar o evento na praça onde aconteceram as primeiras edições. O Fartura sempre proporcionou ao público o contato com chefs de vários estados, de diferentes regiões do Brasil. Este foi o mote principal para este ano, colocar o público em contato com comidas, chefs e artistas das cinco regiões brasileiras”, explicou Adriana Benevenuto, que assina a curadoria gastronômica ao lado de Ananda Fernandes e Ana Luísa Macedo.
Entre os restaurantes, o Sea Restaurant representa o Sul, com ingredientes do litoral catarinense, como polvo e atum. O Maturi leva sabores do Nordeste, com pratos como arroz de cuxá, carne de sol, acarajé e moqueca. Já o Carimbó representa o Norte, com pirarucu, açaí, vatapá paraense e sucos de frutas típicas da região.
“Do centro oeste temos representação do Bitaca da Norte, de Brasília, além do restaurante Trintaeum trazendo um sanduíche com ingredientes do Cerrado, muito presentes nessa região, e do Sudeste, várias representações. O boteco mineiro com o Bar Padrin, o interior de Minas com a Maria do Didi, trazendo quitandas como o biscoito frito, pão de queijo com linguiça caseira”, disse Adriana.
A edição de BH também terá aulas e preparos ao vivo. Entre os chefs estão Fernanda Souza e Diogo Sabião, com sabores do Norte; Diego Badra, do Centro-Oeste; Marina Araújo, do Nordeste; Claudia Krauspenhar, do Sul; e Priscila Deus, do Sudeste.
“Cada um com aulas e cozinhas ao vivo trazendo temáticas diretamente ligadas a ingredientes tradicionais de suas regiões de atuação”, contou.
Na Cozinha ao Vivo, o chef prepara a receita diante do público e explica os ingredientes, as técnicas e a história do prato. Depois, o público pode experimentar o preparo em pequenas porções.
A entrada no festival é gratuita, mas é necessário retirar ingresso pelo Sympla .
Além de comida boa, nos dois dias, o festival terá shows, apresentações cênicas e atividades para crianças .
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