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Lula faz ato na Paulista e pede que eleitores convençam quem não foi votar no 1º turno: 'Temos obrigação de conversar'

G1 São Paulo ·
Lula faz ato na Paulista e pede que eleitores convençam quem não foi votar no 1º turno: 'Temos obrigação de conversar'

Ato pró Lula reúne multidão na Avenida Paulista Reprodução/TV Globo O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, participou neste domingo (11) de um ato na Avenida Paulista, em São Paulo, que reuniu aliados e apoiadores.

Entre as autoridades presentes estavam o vice-presidente Geraldo Alckmin, a ministra Marina Silva, o deputado federal Guilherme Boulos e o governador reeleito da Bahia, Jerônimo Rodrigues.

A manifestação ocorreu no Masp, a partir das 11h, e integrou a agenda de mobilização de entidades ligadas à educação, à ciência e à tecnologia, que divulgaram uma carta conjunta em defesa da educação, da ciência e da democracia.

A Associação Nacional de Pós-Graduandos (ANPG), junto a entidades como a União Nacional dos Estudantes (UNE), a União Brasileira dos Estudantes Secundaristas (UBES), a Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC) e a Academia Brasileira de Ciências (ABC), convocou a mobilização para defender o financiamento público da educação e da pesquisa, a valorização de professores e cientistas e a autonomia universitária.

As entidades também convocaram o Dia Nacional de Educação e Ciência na Rua, marcado para 15 de outubro, Dia do Professor.

A mobilização prevê ações em todo o país, como aulas abertas, atividades de extensão, atendimentos de saúde, feiras científicas e panfletagens.

Durante conversa com a imprensa, Lula afirmou que a semana será marcada por votações e debates importantes.

Entre os temas citados pelo presidente estão o fim da escala de trabalho 6 por 1, a proposta de emenda à Constituição (PEC) da Segurança Pública e as medidas que, segundo ele, seu adversário pretende adotar caso seja eleito.

Sobre a escala 6 por 1, Lula disse que a votação está marcada para quarta-feira e afirmou que a oposição terá de demonstrar se é favorável à ampliação dos dias de descanso dos trabalhadores.

Lula conversa com jornalistas durante ato na Avenida Paulista Reprodução/TV Globo Questionado sobre a possibilidade de adiamento da votação para depois do segundo turno, respondeu que a questão já havia sido conversada com o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, e que a data estava definida.

“A única coisa que a oposição pode fazer é demonstrar se eles vão ter coragem de votar contra ou a favor.

O que eles não podem é tentar protelar para enganar o povo depois das eleições.

É agora.

Agora é a hora da verdade”, declarou.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.

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