Empresário alvo de operação ganhou R$ 176 milhões em prêmios e apostas
Alvo da 3ª fase da Operação Carbono Oculto , o empresário Antonio Carlos Freixo Júnior , conhecido como Mineiro, aparece como “ganhador” de 570 prêmios e apostas, mostram relatórios financeiros citados pela investigação.
Batizada oficialmente de Crédito Oculto , a operação, deflagrada nesta quinta-feira (24/9), mira um esquema de lavagem de dinheiro e compra de uma distribuidora de combustíveis .
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1 de 9 Divulgação/Receita Federal 2 de 9 Divulgação/Receita Federal 3 de 9 Divulgação/Receita Federal 4 de 9 MPSP deflagra operação Crédito Oculto, terceira fase da Carbono Oculto, em SP e mais 6 estados Divulgação/MPSP 5 de 9 Divulgação/Receita Federal 6 de 9 Divulgação/Receita Federal 7 de 9 Divulgação/Receita Federal 8 de 9 Divulgação/Receita Federal 9 de 9 Divulgação/Receita Federal Mineiro é dono da Entre Investimentos e Participações, apontada como uma das responsáveis por viabilizar a lavagem de capitais.
Segundo os relatórios financeiros, ele teria sido o ganhador das apostas entre 2020 e 2025.
O total dos prêmios é de R$ 176,4 milhões .
Além da 3ª fase da Carbono Oculto, Freixo também é investigado por operar repasses de Daniel Vorcaro que chegaram ao fundo usado para financiar Dark Horse , filme sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Nova fase da Carbono Oculto O Ministério Público de São Paulo ( MPSP ), com apoio de outras autoridades do estado e da Receita Federal, deflagrou a Operação Crédito Oculto , contra um esquema de lavagem de dinheiro envolvendo o mercado financeiro e a compra de uma das maiores distribuidoras de combustíveis do país .
A operação desta quinta-feira (24/9) é um desdobramento da Carbono Oculto , que aprofundou investigações sobre a infiltração do crime organizado no setor de combustíveis.
A investigação revelou o uso de fintechs, fundos de investimento e empresas de fachada para ocultar o controle de uma usina sucroalcooleira e viabilizar a compra da distribuidora .
Entenda o esquema A operação mira uma estrutura criada para esconder os verdadeiros donos de uma usina sucroalcooleira no interior de São Paulo e viabilizar a compra de uma distribuidora de combustíveis .
A titularidade formal da usina foi pulverizada entre fundos de investimento e empresas aparentemente independentes para ocultar os reais beneficiários.
Em uma das operações, R$ 370 milhões em direitos creditórios foram negociados via cotas de um Fundo de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) financiado com recursos do próprio grupo, gerando um fluxo financeiro circular para dar aparência de legitimidade às transações.
A organização criminosa direcionou R$ 100 milhões para financiar a aquisição da distribuidora de combustíveis.
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