Respirar mal não pode ser rotina? Veja quando os sintomas respiratórios merecem atenção
Embora respirar seja um ato automático, isso não significa que todos estejam respirando bem.
Tosse, nariz entupido, coriza, falta de ar, chiado no peito, irritação na garganta e até ronco podem ser vistos como desconfortos passageiros e facilmente incorporados à rotina.
O problema é quando esses sinais se tornam frequentes e passam a ser encarados como normais.
Uma pesquisa inédita realizada recentemente pelo Datafolha revela a dimensão desse cenário: 92% dos brasileiros relataram ter apresentado pelo menos um sintoma respiratório nos últimos 12 meses.
Saiba as últimas notícias de Curitiba e Paraná: entre na comunidade do Bem Paraná Mais do que evidenciar a frequência dessas manifestações, o dado chama atenção para o risco de a população se acostumar a conviver com desconfortos respiratórios sem buscar investigar suas causas.
Segundo a Dra.
Thamyris Pessoa, médica e professora de Pneumologia na Afya Unigranrio, sintomas respiratórios recorrentes não devem ser considerados normais.
“Ter tosse, falta de ar e chiado com frequência não é normal.
Esses sinais podem indicar alguma doença crônica, como a asma, que necessita de tratamento e controle para não prejudicar a qualidade de vida, limitar as atividades da rotina, o sono ou a prática de exercícios físicos”, explica.
Tosse, chiado e falta de ar podem ser sinais de asma Entre as condições que podem estar por trás de sintomas respiratórios frequentes está a asma.
A doença é caracterizada por uma inflamação crônica das vias aéreas e pode provocar manifestações como tosse, chiado e falta de ar.
“Esses sintomas são sugestivos de asma, que é uma doença pulmonar inflamatória crônica.
É possível controlar as manifestações a partir de um tratamento personalizado e de acompanhamento contínuo com o pneumologista.
Mesmo nos casos de maior gravidade, a melhora clínica e a qualidade de vida, com redução dos sintomas diários, são possíveis”, explica a médica.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.