Zuca Sardan, bardo que curava o duodeno, zoou o sublime até tomar tombo
Zuca Sardan era uma farpa no assoalho enceradinho das letras bestas.
Começou a fazer poesia quando Jeová rascunhava a Bíblia e a baleia de Jonas era uma sardinha.
Tomou um tombo e morreu agora, no dia 6 de agosto, em Hamburgo, na Alemanha .
Tinha vetustos 93 anos.
Leia mais (08/21/2026 - 18h00)
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