quinta-feira, 29 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› 'Governo pode arrecadar R$ 4 bi com perdão de dívidas do MEI', diz ministro› Contas públicas, PIB dos EUA, Vale e Amazon são destaques da quinta› Enel Ceará reverte prejuízo e lucra R$ 226,7 milhões no terceiro trimestre› Enel Distribuição São Paulo lucra R$ 349,3 milhões no terceiro trimestre, alta de 49,1%› Ampla Energia reverte prejuízo e lucra R$ 66,6 milhões no terceiro trimestre› Grupo Madero lucra R$ 30,8 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 33,3%› INC lucra R$ 30,1 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 71,8%› Wall Street e Bolsas globais operam mistas entre balanços e taxas de juros› Lucro da Ambev cresce 14% e atinge R$ 4,4 bilhões com alta no setor premium› Shell registra maior lucro trimestral desde 2022 e eleva recompra de ações› 'Governo pode arrecadar R$ 4 bi com perdão de dívidas do MEI', diz ministro› Contas públicas, PIB dos EUA, Vale e Amazon são destaques da quinta› Enel Ceará reverte prejuízo e lucra R$ 226,7 milhões no terceiro trimestre› Enel Distribuição São Paulo lucra R$ 349,3 milhões no terceiro trimestre, alta de 49,1%› Ampla Energia reverte prejuízo e lucra R$ 66,6 milhões no terceiro trimestre› Grupo Madero lucra R$ 30,8 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 33,3%› INC lucra R$ 30,1 milhões no terceiro trimestre de 2026, alta de 71,8%› Wall Street e Bolsas globais operam mistas entre balanços e taxas de juros› Lucro da Ambev cresce 14% e atinge R$ 4,4 bilhões com alta no setor premium› Shell registra maior lucro trimestral desde 2022 e eleva recompra de ações
Economia

Oncoclínicas (ONCO3) cancela assembleia após Justiça suspender decisão da CVM sobre OPA

Money Times ·
Oncoclínicas (ONCO3) cancela assembleia após Justiça suspender decisão da CVM sobre OPA

A Oncoclínicas (ONCO3) informou ao mercado o cancelamento de assembleia geral extraordinária (AGE) marcada para a próxima terça-feira, 3 de novembro, após a Justiça de São Paulo suspender temporariamente a exigência de uma oferta pública de aquisição de ações (OPA) que havia sido considerada necessária pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

De acordo com fato relevante divulgado na noite de quarta-feira (28), com a suspensão judicial da decisão da autarquia, a administração da Oncoclínicas entendeu que a assembleia perdeu sua finalidade e decidiu cancelar a convocação.

A Oncoclínicas enfatizou que não é parte na ação anulatória movida pelo Josephina III contra a CVM. A reunião extraordinária havia sido solicitada pelos fundos Latache IV, Nova Almeida e Latache MHF I.

Para entender a situação, é preciso recapitular a decisão do colegiado da CVM pela obrigatoriedade de realização de uma OPA, devido a uma reorganização societária realizada em novembro de 2024, que teria disparado um poison pill .

A “pílula de veneno”, em tradução livre, é um mecanismo que protege os direitos dos acionistas minoritários em caso de mudanças no controle da empresa ao estipular a obrigatoriedade da realização de uma OPA quando um investidor adquire participação acionária igual ou superior a 15%.

Na ocasião, uma reorganização societária promovida pelo Goldman Sachs fez o Josephina III, veículo ligado à gestora americana Centaurus Capital, aparecer diretamente como titular de 16,05% da companhia.

Para a Latache, uma das principais acionistas da Oncoclínicas, a reorganização fez o Josephina III passar a deter diretamente participação superior ao limite previsto no estatuto e, consequentemente, teria disparado a obrigação de realizar a OPA.

A Centaurus e o Goldman Sachs defendem uma interpretação diferente sobre a necessidade de uma OPA. Segundo eles, a gestora norte-americana já possuía exposição econômica superior a 15% antes mesmo da abertura de capital da Oncoclínicas, realizada em 2021, por meio de veículos administrados pelo banco.

Seguindo essa interpretação, a reorganização de 2024 apenas separou e tornou direta uma participação econômica que já existia, o que enquadraria a operação em uma das exceções previstas no estatuto.

A área técnica da CVM concordou inicialmente com esse entendimento e concluiu que a OPA não era necessária. O colegiado, porém, reverteu a decisão — que agora está novamente em xeque.

Em 25 de agosto, o colegiado da CVM determinou o prazo máximo de 60 dias para a realização da oferta pública de aquisição de ações da Oncoclínicas pela Centaurus. As estimativas do mercado são de uma operação de aproximadamente R$ 11,7 bilhões.

Na ação anulatória contra a decisão da CVM, o Josephina III contestou a obrigatoriedade de disparar a oferta aos demais acionistas.

Ler a notícia completa no Money Times ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.moneytimes.com.br — o conteúdo pertence a Money Times.

Mais de Money Times

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›