Como cultivar azulzinha
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Nativa do Brasil, a azulzinha ( Evolvulus glomeratus ) destaca-se pelas flores azuis com centro branco, uma tonalidade incomum na flora tropical.
A planta é bastante utilizada no paisagismo em canteiros ensolarados e bordaduras de caminhos, mas também fica muito bonita em vasos altos e jardineiras suspensas, onde ganha efeito pendente.
Em climas tropicais e subtropicais sem geadas, ela floresce de forma contínua ao longo do ano, diminuindo o ritmo apenas nos meses mais frios e secos.
A seguir, Bárbara Sales, bióloga especialista do Instituto Inhotim , em Brumadinho (MG), explica como cuidar da planta.
Quanto mais sol direto, melhor. Deve receber pelo menos quatro horas diárias. Se cultivada com pouca luz , ela fica estiolada, com ramos compridos e ralos, e quase não floresce.
As flores se abrem pela manhã com o calor e a radiação solar e tendem a se fechar no fim da tarde ou em dias intensamente nublados.
Apesar de tolerar curtos períodos de estiagem após bem estabelecida, a azulzinha floresce com mais vigor se o solo for mantido levemente úmido (não encharcado). A terra deve secar superficialmente entre as regas.
No inverno, a frequência de irrigação deve ser reduzida, para prevenir o apodrecimento das raízes.
Na primavera e no verão, misture húmus de minhoca ou composto orgânico na superfície do solo a cada dois meses.
Para a adubação química, é possível usar fertilizantes para floração, como o NPK 4-14-8, a cada 30 ou 45 dias. Se optar por produtos solúveis de rápida absorção, dilua estritamente na concentração indicada pelo fabricante ou use metade da dose recomendada.
Na época mais fria, suspenda a adubação. Faça uma aplicação no início do outono e retorne no começo da primavera.
O substrato deve ser leve, fértil, arenoso e com boa drenagem. Para vasos, uma sugestão é misturar duas partes de terra vegetal, uma de areia grossa ou perlita e uma de composto orgânico ou húmus, com uma camada de drenagem no fundo (argila expandida ou brita e manta).
Com o tempo, os ramos da base ficam lenhosos e com folhas espaçadas. Uma poda no final do inverno estimula novas brotações densas para a primavera.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em noticias.uol.com.br — o conteúdo pertence a UOL Notícias.