Servidor é suspeito de fazer 561 corridas de aplicativo durante expediente; veja o que se sabe
Apuração aponta 267 horas de atividade privada durante o expediente Divulgação/Semed Porto Um servidor da Secretaria Municipal de Educação de Porto Nacional, na região central do Tocantins, é investigado por supostamente realizar corridas como motorista de aplicativo durante o horário em que deveria estar trabalhando.
Segundo o Ministério Público do Tocantins (MPTO), foram identificadas 561 viagens e coincidências entre os horários das corridas e os registros de expediente.
O levantamento apontou 267 horas e 30 minutos de atividade privada durante a jornada de trabalho.
Em 15 dias, as corridas teriam ocupado mais de seis horas do expediente.
O MPTO recomendou que a prefeitura instaure um Processo Administrativo Disciplinar (PAD) para apurar o caso. 📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp O que o MPTO identificou? O Ministério Público cruzou o histórico de uma conta de aplicativo de transporte com as folhas de ponto do servidor, referentes ao período de fevereiro de 2023 a maio de 2026.
Segundo o órgão, houve coincidência entre corridas realizadas em Palmas e horários registrados como expediente em Porto Nacional em pelo menos 134 dias de trabalho.
Quantas horas teriam sido trabalhadas no aplicativo? O levantamento apontou 267 horas e 30 minutos de atividade remunerada durante períodos registrados como jornada de trabalho.
Em 15 dias analisados, a atividade privada teria ocupado mais de seis horas do expediente.
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Entre fevereiro e maio de 2026, o próprio servidor investigado era responsável por atestar sua frequência, na condição de diretor de unidade escolar.
O que será investigado pela prefeitura? O PAD deverá verificar, entre outros pontos, quem preenchia as folhas de frequência, se havia autorização ou conhecimento da administração sobre a atividade privada e se ela era compatível com o cargo e a jornada do servidor.
Também serão analisadas as condutas das chefias responsáveis pelo controle de frequência e a possibilidade de ter ocorrido pagamento sem a correspondente prestação do serviço.
O servidor já foi considerado culpado? Não.
O MPTO afirma que os dados reunidos até o momento têm caráter indiciário e não representam uma conclusão definitiva sobre a conduta do servidor.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Tocantins.