'Quer comprar voto dos pobres', diz Flávio sobre reajuste do Bolsa Família
O candidato do PL à Presidência, senador Flávio Bolsonaro, afirmou que o atual presidente e adversário ao Planalto, Luiz Inácio Lula da Silva (PL), agiu com "desespero" e classificou como uma tentativa de "comprar o voto dos mais pobres" o reajuste do Bolsa Família anunciado pelo governo a 17 dias das Eleições.
Flávio criticou o reajuste de 15,04% concedido pelo governo Lula ao Bolsa Família. O senador afirmou que o adversário na disputa eleitoral age contra o povo brasileiro. "Ele viu nas pesquisas que a gente vai ganhar no primeiro turno e resolveu comprar o voto dos mais pobres, dando R$ 90 de reajuste para o Bolsa Família", disse durante evento de campanha em Joinville (SC).
Ele está achando que o pobre é aquele otário, mas não é. O pobre é esperto, ele quer trabalhar e não quer migalha. Flávio Bolsonaro
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Ontem (18), Flávio disse que vai manter o reajuste se for eleito. Após criticar o aumento do programa social, o senador afirmou que manterá a correção anunciada pelo governo atual na condição de chegar ao Planalto em 2027. "Além de manter esse reajuste, vou fazer muito mais", disse. Ele recordou que seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, concedeu um reajuste médio de R$ 420 no Bolsa Família durante seu mandato.
Quem recebia o Bolsa Família com o presidente Bolsonaro arrumava emprego continuava ganhando até conseguir se estabilizar. Com a gente vai ser igual. Flávio Bolsonaro
Senador destacou o que chamou de legado do seu pai. Para Flávio, os adversários "fizeram de tudo para enterrar o presidente Bolsonaro vivo", mas não conseguiram. "Tentaram acabar com o bolsonarismo, mas esqueceram que ele [Jair Bolsonaro] deixou milhões de sementes e eles vão ver o Bolsonaro presidente do Brasil partir de janeiro do ano que vem", declarou.
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