São Paulo concentra energias em conseguir uma vaga na Libertadores
Ouvir 1× 0.5× 0.75× 1× 1.25× 1.5× 1.75× 2× Apesar da derrota para o Bahia, o São Paulo concentra suas energias na reta final do Brasileirão em buscar uma vaga na Libertadores, disse o repórter Valentim Furlan no De Primeira , do Canal UOL.
Furlan disse que a leitura interna no clube passa mais pela busca do objetivo do que pela melhora de desempenho no fim do campeonato.
Acho que a avaliação interna do São Paulo é uma concepção de que o São Paulo está meio que empurrando esse restante de ano. A galera do futebol está muito mais focada em tentar essa vaga para a Libertadores do que qualquer outra coisa. No fim das contas, a gente vai falar principalmente dessa busca do São Paulo por um G9, G8, enfim, o que quer que aconteça no fim do ano. Valentim Furlan
O repórter acrescentou que a derrota para o Bahia reforçou o incômodo no clube com a série negativa fora de casa
Existe um incômodo pela sequência absurda de jogos sem vencer fora de casa. É um recorde negativo histórico do São Paulo. A última vez que o São Paulo tinha ficado 17 partidas sem vencer fora de casa foi entre 1979 e 1980. Valentim Furlan
Joana de Assis disse que o incômodo não passa só pelo recorte fora de casa e apontou dificuldade para "desenhar" um time titular, com mudanças constantes. Na visão dela, a falta de repetição atrapalha a construção de um padrão e pesa na sequência do trabalho.
A gente não consegue desenhar o time titular do São Paulo. Nenhuma das linhas. É muito difícil construir o São Paulo. Eu sinto que ele tem a mesma dificuldade de encontrar um padrão, encontrar um time e conseguir repetir esse time. Isso acaba incomodando quando a gente fala de sequência, de um time crescendo, de uma estrutura consolidada. Joana de Assis
Furlan completou que Dorival nunca repetiu escalação desde que voltou ao clube e relatou que, internamente, existe a leitura de que a crise institucional é grave, mas o time não entrou na briga contra o rebaixamento como se temia em boa parte do campeonato.
O Dorival até hoje nunca repetiu nenhuma escalação no São Paulo. Existe uma concepção de que o São Paulo viveu crise política pesadíssima, impeachment, troca de diretor de futebol, três técnicos. Crise institucional absurda. E mesmo assim o São Paulo, com seis rodadas para o fim do campeonato, não terminou lutando contra o rebaixamento. Mas também existe um senso de que o futebol foi muito melhor do que o aspecto político e institucional poderia levar. Valentim Furlan
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