Caixa e Correios em greve: quais são as reivindicações e como ficam os serviços?
Caixa e Correios em greve Divulgação Funcionários da Caixa Econômica Federal e dos Correios continuam em greve nesta quarta-feira (23), no 14º dia de paralisação.
As duas categorias cruzaram os braços em 10 de setembro, mas estão em momentos diferentes: na Caixa, uma audiência de mediação entre empregados e banco acontece nesta quarta no Tribunal Superior do Trabalho (TST); nos Correios, o TST retoma nesta quinta-feira (24) o julgamento do dissídio coletivo que envolve a greve.
O g1 explica o que está em disputa, como ficam os serviços e quais são os próximos passos.
Na Caixa, os empregados rejeitaram na segunda-feira (21) a terceira proposta apresentada pelo banco e mantiveram a greve.
O principal ponto de impasse é o Saúde Caixa, plano de assistência médica dos trabalhadores.
Nesta quarta, o Ministério Público do Trabalho (MPT) levou a negociação ao Tribunal Superior do Trabalho (TST), onde ocorre uma audiência de mediação pré-processual entre as partes.
Nos Correios, o TST começou a analisar a greve na segunda-feira, mas suspendeu o julgamento após a estatal apresentar novos documentos.
Os sindicatos receberam prazo para se manifestar, e a sessão foi remarcada para quinta-feira (24), às 15h30.
Até lá, a paralisação continua.
Além das negociações trabalhistas, as greves afetam a rotina de clientes da Caixa e de consumidores e empresas que usam os serviços dos Correios.
Veja o que está em disputa, quais serviços continuam disponíveis e os próximos passos de cada paralisação.
Caixa: o que os trabalhadores reivindicam O principal impasse é o Saúde Caixa.
A proposta apresentada pelo banco para o acordo coletivo prevê mudanças no custeio do plano a partir de 2027.
Entre elas está o aumento de 8% para 9% do limite de participação da Caixa no financiamento do plano e uma contribuição de 3,7% para empregados, aposentados e pensionistas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Economia.