Revolta estudantil na França é resultado de 'décadas de abandono' por parte do governo, avalia sociólogo
Um dia após a promessa de mobilização urgente de 3 mil professores substitutos, o movimento estudantil na França apresenta uma "desaceleração nítida", segundo avaliação feita nesta sexta-feira (9) pelo governo.
Em entrevista à RFI, o sociólogo Patrick Vassort, professor da Universidade de Caen e especialista em movimentos sociais, avalia que a revolta estudantil no país “vem de longa data”, resultado de “décadas de abandono das escolas”, alimentada "por uma ansiedade ligada à situação global".
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.rfi.fr — o conteúdo pertence a RFI Brasil.