'Número 2' do Vaticano diz que Papa não deixou carta de renúncia
O secretário de Estado do Vaticano, Pietro Parolin, garantiu nesta sexta-feira (16) que o papa Leão XIV não deixou uma carta de renúncia como medida de precaução antes de ser internado em Roma para a remoção de um nódulo pulmonar.
"Não, ele não fez isso. E nem havia necessidade: a situação não era grave a ponto de exigir providências para uma eventual ausência de governo", disse Parolin à margem de um evento da Universidade Católica de Roma.
No início de seu papado, em 2013, Francisco deixou uma carta de renúncia como medida extraordinária ao então secretário de Estado Tarcisio Bertone, caso uma doença o impedisse de prosseguir como pontífice.
A mesma coisa foi feita por Pio XII durante a Segunda Guerra Mundial. "Mas ali tinha Hitler, que o ameaçava", observou Parolin.
"O governo da Igreja continua", reforçou o número dois do Vaticano a respeito do papado de Robert Prevost. .
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