Mulher foi morta e queimada pelo companheiro após descobrir golpe; ele ofereceu celular da vítima à filha da amante após o crime
Maria Aparecida da Silva foi encontrada morta com a cabeça queimada em Piúma, no Sul do Espírito Santo Arquivo pessoal A Polícia Civil divulgou, em coletiva realizada nesta quarta-feira (2), novos detalhes sobre o assassinato de Maria Aparecida da Silva, de 60 anos.
O crime, ocorrido entre a noite de sexta (28) e a madrugada de sábado (29) em um loteamento em Piúma, no Sul do Espírito Santo, é tratado como feminicídio.
O principal suspeito de cometer o crime, que não teve a identidade divulgada, foi detido pela Polícia Militar na noite de segunda (31).
Segundo a corporação, o suspeito mantinha uma relação conjugal com a vítima há pelo menos dois meses.
O celular da mulher, uma moto em nome dela e um carro foram encontrados na casa do homem. 📲 Clique aqui para seguir o canal do g1 ES no WhatsApp A vítima era mãe do atleta de fisiculturismo Gabriel Coelho, que lamentou a morte.
"Me resta agora a saudade e uma sensação de impotência", disse.
Crime ocorreu após vítima descobrir golpe financeiro As investigações apontam que Maria Aparecida mantinha um relacionamento virtual com o suspeito desde abril, que posteriormente evoluiu para um namoro presencial há cerca de dois meses.
De acordo com a família da vítima, o homem se passava por um fazendeiro bem-sucedido e prometia casamento e uma vida próspera em uma suposta fazenda em Leopoldina, Minas Gerais, onde alegava guardar barras de ouro.
Mãe de fisiculturista é encontrada morta com cabeça queimada em estrada de Piúma Suspeito de matar e queimar cabeça de mulher é preso em Piúma: 'Sensação de impotência', diz filho fisiculturista Sob o pretexto de comprar gado e mobiliar a futura residência do casal, ele passou a pedir grandes quantias em dinheiro para a vítima.
Cida, como a vítima era apelidada, realizou empréstimos com parentes e amigos e, de acordo com relatos preliminares de familiares, teve um prejuízo estimado em R$ 250 mil.
Fisiculturista filho de mulher morta em Piúma, no Espírito Santo, lamentou a perda Arquivo pessoal Segundo o delegado titular de Piúma, Rodrigo Toscano, a polícia ainda está oficiando as instituições financeiras para quantificar e confirmar o valor total dos desvios.
"Aparentemente, ele agia como estelionatário, colocando bens da vítima no nome dele ou se apropriando de bens, vendendo uma influência de que era uma pessoa que tinha fazenda, fazia comércio de gado, coisas nesse sentido", afirmou o delegado.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Espírito Santo.