domingo, 20 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Empresa de vice dos EUA é suspeita de ligação com campanha de Flávio Bolsonaro Paz elimina subsídio ao diesel na Bolívia e provoca rechaço de líderes populares Em SP, Lula confirma ofensiva contra apostas online: ‘vou acabar com as bets’ As crianças sul-coreanas seguem pedindo chocolate aos Estados Unidos Reportagem reforça vínculos de Flávio com investigados por fraude no INSS O BRICS entre pequenos ganhos e grandes obras Venezuela negocia transferência de 31 toneladas de ouro para EUA Abin alerta para nível ‘crítico’ de pressão dos EUA sobre eleições brasileiras EUA e Dinamarca firmam acordo sobre Groenlândia, após ameaças de anexação EUA deslocam drones de ataque para a América do Sul, afirma CNN Empresa de vice dos EUA é suspeita de ligação com campanha de Flávio Bolsonaro Paz elimina subsídio ao diesel na Bolívia e provoca rechaço de líderes populares Em SP, Lula confirma ofensiva contra apostas online: ‘vou acabar com as bets’ As crianças sul-coreanas seguem pedindo chocolate aos Estados Unidos Reportagem reforça vínculos de Flávio com investigados por fraude no INSS O BRICS entre pequenos ganhos e grandes obras Venezuela negocia transferência de 31 toneladas de ouro para EUA Abin alerta para nível ‘crítico’ de pressão dos EUA sobre eleições brasileiras EUA e Dinamarca firmam acordo sobre Groenlândia, após ameaças de anexação EUA deslocam drones de ataque para a América do Sul, afirma CNN
Tecnologia

Fonte de rádio incomum na Via Láctea desafia cientistas ao passar 20 anos ativa sem emitir raios X

Olhar Digital ·
Fonte de rádio incomum na Via Láctea desafia cientistas ao passar 20 anos ativa sem emitir raios X

Uma fonte transitória de rádio identificada na Via Láctea permanece ativa há mais de 20 anos sem apresentar emissão de raios X.

A descoberta, relatada em um artigo disponível para revisão de pares no repositório de pré-impressão arXiv , desafia o comportamento esperado para as classes conhecidas de fontes de rádio galácticas.

Denominado VT J1906+0849, o objeto foi detectado no levantamento Very Large Array Sky Survey e é o transiente mais brilhante registrado pelo programa, de acordo com um comunicado .

A investigação é liderada por pesquisadores do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), nos EUA, que combinaram dados de arquivo com novas medições em múltiplos comprimentos de onda.

Evolução do objeto VT J1906+0849 ao longo dos anos: invisível em 1996, ele aparece pela primeira vez em arquivos de 2005 e surge brilhante na sua descoberta oficial, em 2017, mantendo a mesma escala de brilho. – Crédito: Jessie M.

Miller et al, arXiv (2026) Variação de brilho, localização compacta e ausência de Raios X A análise do histórico da fonte revelou que seu brilho aumentou pelo menos seis vezes em um período de 21 anos.

Registros de 2005 mostravam a fonte com menor intensidade, atingindo um pico de emissão por volta de 2014, seguido por uma redução e um novo aumento no final de 2025.

Medições realizadas pelo Very Long Baseline Array (VLBA), uma rede de radiotelescópios espalhados pelos EUA que funciona como um único observatório de alta resolução, indicam que a região emissora é extremamente compacta e está localizada a uma distância estimada entre 49 mil e 104 mil anos-luz da Terra.

Observações do telescópio espacial Swift não detectaram nenhuma emissão de raios X associada ao objeto no período analisado.

Os transientes de rádio costumam apresentar um pico rápido de brilho seguido por um declínio gradual.

O VT J1906+0849 não segue esse padrão, mantendo emissões por duas décadas sem apresentar expansão espacial, apesar de os dados indicarem gás em movimento a milhares de quilômetros por segundo.

Modelos tradicionais são descartados e apontam para acreção por objeto compacto Processos como explosões de novas, binárias ativas e estrelas de erupção foram descartados por não possuírem luminosidade suficiente para explicar os dados.

A temperatura de brilho da fonte atinge entre 100 milhões e 10 bilhões de Kelvin, o que descarta uma origem térmica associada à formação de estrelas.

Fonte misteriosa da Via Láctea emite rádio há 20 anos, aumenta o brilho e segue invisível em raios X. – Crédito: Imagem gerada por IA A elevada temperatura aponta para uma origem não térmica, como a radiação síncrotron.

Ler a notícia completa no Olhar Digital ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.

Mais de Olhar Digital

Ver tudo ›

Mais em Tecnologia

Ver tudo ›