Review Pokémon Pokopia: Bubble Basin | Navegação em águas rasas
Há pouco tempo, a Game Freak e a The Pokémon Company lançaram a primeira expansão de Pokémon Pokopia .
Chamada de Bubble Basin , ela apresenta um verdadeiro mundo subaquático para explorar ao lado de Ditto e de novos amigos.
O conteúdo traz uma série de novas criaturas ao game, assim como uma infinidade de itens e habitats.
Deste modo, você poderá curtir ainda mais o universo da obra, montar novas estruturas e descobrir mistérios escondidos em Cerulean.
O lar do ginásio de Misty foi submerso, bem como a área da Rota 24 e Rota 25 — que consiste em toda a Nugget Bridge até a casa do pesquisador Bill.
Agora, Popplio deseja fazer o lugar “viver novamente”, com base no que você já fez nos demais biomas.
Contudo, os fãs verão que Pokémon Pokopia: Bubble Basin navega em “águas rasas” na promessa de algo ainda maior no futuro.
Ainda que traga muita diversão, compreenda a razão pela qual o fundo do mar parece uma borda de piscina: Prós Cerulean é repleta de referências Mais habitats e Pokémon Conexão interessante entre os games Contras Dependente demais das outras expansões Não adiciona nada ao formato pago A expansão de Pokémon Pokopia Pelo novo DLC, você pode explorar toda uma área nova, construir casas, estruturas e criar um paraíso subaquático.
Embora seja divertida e traga mais vida ao título, é importante notar que não é nada diferente das demais regiões do jogo base .
Claro que você curtirá explorar, produzir habitats e conhecer mais monstros de bolso do tipo Água.
Contudo, espere o mesmo gameplay : terá que limpar o mapa, construir casas, aumentar o conforto, construir um Centro Pokémon e criar obras no local.
Na prática, Pokémon Pokopia: Bubble Basin traz o “mais do mesmo” .
Há até quem argumente que a exploração embaixo do mar é excelente, mas isto já foi acrescentado gratuitamente a todos os jogadores por uma atualização.
Dito isso, quem pagou não tem mecânicas inéditas nem uma experiência diferente do que viu antes.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.