Seabra avalia empate do Coritiba com o São Paulo e aponta lições para o time
São Paulo 1 x 1 Coritiba | Melhores momentos | 23ª rodada | Brasileirão 2026 O técnico Fernando Seabra apontou algumas lições observadas no empate com o São Paulo, por 1 a 1, neste sábado, no Morumbis, pela 23ª rodada do Campeonato Brasileiro.
O treinador reconheceu as dificuldades enfrentadas no primeiro tempo, mas destacou a evolução da equipe após o intervalo e a capacidade de buscar o resultado. 🗞️ Leia mais notícias sobre o Coritiba ✅ Clique aqui e siga o canal ge Coritiba no WhatsApp 🔍 Adicione o ge nas suas fontes favoritas do Google O Coritiba apenas se defendeu no primeiro tempo, e o São Paulo pressionou até abrir o placar com Pablo Maia, em chute de fora da área.
O Coxa voltou do intervalo buscando o ataque e logo conseguiu empatar, em cabeceio de Tiago Cóser.
Depois, o time mais uma vez ficou fechado e segurou o placar. — A gente teve uma dificuldade no primeiro tempo, que foi justamente não ter um pouco mais a bola.
Porque, quando isso acontece, o adversário acaba tendo muito volume ofensivo e você fica sujeito, em algum momento, a sofrer uma ação de maior qualidade, como acabou acontecendo, num chutaço ali de fora da área — analisou Seabra, em entrevista coletiva. — No intervalo, só estimulei eles a prestar atenção e oferecer os apoios no tempo certo.
Seria importante demais que fizéssemos isso bem para que o jogo ficasse mais difícil para o São Paulo.
Fizemos alguns ajustes para ser mais agressivo defensivamente.
Acho que isso também tirou o tempo e o espaço que o São Paulo estava tendo para construir no primeiro tempo — disse.
Fernando Seabra no jogo São Paulo x Coritiba Anderson Romao/AGIF Principal lição do jogo Apesar da melhora no segundo tempo, Seabra avaliou que o Coritiba voltou a ficar muito recuado depois de empatar, especialmente após as mudanças feitas pelo São Paulo.
Para ele, esse é justamente um ponto em que a equipe precisa evoluir. — O São Paulo precisou fazer algumas alterações para voltar a pôr o pé na bola, para tirar um pouco do nosso volume, e surtiram efeito.
A gente acabou de novo ficando um pouco mais limitado a só defender baixo e tentar contra-ataques, algo que deixaria na mesma situação do primeiro tempo — pontuou. — A equipe teve o mérito de, num momento do segundo tempo, voltar a jogar para a bola no chão, quebrar a pressão do São Paulo, gerar uma ocasião de gol e ter um pouco mais de volume no campo de ataque — destacou.
Para Seabra, essa foi a principal lição do jogo: o Coritiba não pode depender apenas de uma postura defensiva para enfrentar adversários de alto nível. — Esse jogo deixa essa grande lição para o nosso grupo: acreditar na capacidade de também construir, de também jogar.
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