Além de K-pop e do dorama, a literatura coreana ganha espaço no Brasil
A cultura coreana está no topo.
O K-pop, os doramas e o cinema alcançaram enorme prestígio pelo mundo nos últimos anos.
E na esteira desse sucesso, a literatura coreana também começa a ocupar espaço no Brasil, diante do crescimento do interesse internacional pela literatura produzida na Coreia do Sul.
Um exemplo acaba de ganhar tradução no Brasil.
“A dama de Gangnam”, thriller psicológico da escritora sul-coreana Lee Hong que chega ao Brasil pela VR Editora.
Para quem acompanha de fora, a vida de Oh Miná parece ter chegado ao ponto em que poucas coisas poderiam dar errado.
Aos 40 anos, é uma apresentadora de televisão conhecida na Coreia do Sul, autora de um livro de ensaios que se tornou best-seller e moradora de Gangnam, bairro de Seul associado à riqueza, consumo e ascensão social.
Bonita, bem-sucedida e cercada por sinais de prestígio, ela parece representar exatamente aquilo que a sociedade espera de uma mulher que venceu.
Até começar a receber ameaças de um stalker misterioso.
É a partir dessa aparente contradição que a escritora sul-coreana Lee Hong constrói a trama de A dama de Gangnam, thriller psicológico publicado no Brasil pela VR Editora, com tradução direta do coreano por Bruna Giglio.
Na obra, é possível acompanhar a protagonista em quatro momentos diferentes de sua vida, apresentados em ordem cronológica inversa.
A cada fase da vida da personagem, o leitor regressa alguns anos no passado e descobre novas camadas de uma mulher que, quanto mais conhecida, parece também mais difícil de decifrar.
O clima de tensão toma conta da narrativa quando a perseguição se torna cada vez mais ameaçadora.
O desaparecimento de seu animal de estimação, cartas anônimas, vandalismo e até um ataque físico fazem Oh Miná desconfiar das pessoas ao seu redor.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.