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Centro Administrativo do DF, em Taguatinga, começa a receber servidores após 12 anos fechado

G1 Distrito Federal ·
Centro Administrativo do DF, em Taguatinga, começa a receber servidores após 12 anos fechado

Centrad, em Taguatinga, no DF, rebatizado de CAD (Centro Administrativo do Distrito Federal) TV Globo Após 12 anos de abandono, o Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD), em Taguatinga, começou a ser ocupado.

A estimativa do governo é que 4 mil servidores da Secretaria de Obras sejam transferidos para o local. 🔎 Em junho, a governadora do DF, Celina Leão (MDB), rebatizou o Centrad como Centro Administrativo do Distrito Federal (CAD).

Segundo o planejamento do Governo do DF, após a Secretaria de Obras, o centro administrativo receberá servidores da Governadoria e da Casa Militar. ✅ Clique aqui para seguir o canal do g1 no WhatsApp. ➡️ O complexo foi construído na via Elmo Serejo, que dá acesso ao Túnel Rei Pelé.

A pista é movimentada e recebe cerca de 60 mil veículos por dia no sentido Plano Piloto. ➡️ O espaço total conta com 182 mil metros quadrados e 16 prédios construídos.

Nesta etapa inicial, os servidores da Secretaria de Obras vão trabalhar em dois ou três blocos que já estão prontos para uso.

Para receber os funcionários, os edifícios passaram por manutenção.

Foram feitos reparos nos pisos e nas instalações hidráulicas e elétricas, além da contenção de infiltrações, rachaduras e sinais de depredação.

A infraestrutura e o paisagismo também receberam cuidados.

Em junho, a TV Globo mostrou, em reportagem, como estava o local.

Assista: Sem uso, Centrad apresenta sinais de deterioração pelo tempo, no DF LEIA TAMBÉM: Entenda a briga judicial em torno do Centro Administrativo do DF, que governo Celina quer ocupar Servidores relataram que a mudança para a nova sede, em Taguatinga, vai facilitar o trajeto diário, beneficiando, por exemplo, moradores do Riacho Fundo.

Para marcar o início oficial da ocupação, as bandeiras do Brasil, do Distrito Federal e do Mercosul foram hasteadas em frente ao prédio da Governadoria do complexo.

Relembre a construção do complexo O Complexo foi construído por meio de uma Parceria Público Privada (PPP) entre o GDF e o consórcio privado formado pela Via Engenharia e Odebrecht, com valor previsto de R$ 6 bilhões e duração de 22 anos.

Além de erguer o prédio, o consórcio formado pela Via Engenharia e Odebrecht ficaria responsável por serviços como manutenção, segurança, limpeza do espaço.

Pelos serviços após a inauguração, as empresas receberiam R$ 17 milhões mensais.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Distrito Federal.

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