Dr. Dre surpreende ao revelar sua verdadeira opinião sobre uso de IA na música
Foto de Dr.
Dre via Shutterstock A inteligência artificial já deixou de ser uma promessa distante na indústria da música e passou a ocupar um espaço cada vez mais concreto no processo de criação.
Enquanto plataformas como Spotify e Apple Music se preparam para identificar conteúdos produzidos por IA, artistas e produtores ainda se dividem sobre os limites e as consequências da tecnologia.
Para Dr.
Dre , no entanto, a resistência às ferramentas de geração musical por inteligência artificial está mais relacionada ao receio de experimentar novas oportunidades do que a uma ameaça real à criatividade.
Em entrevista ao New York Times , o produtor revelou ser um grande entusiasta do uso de ferramentas de inteligência artificial para criar música.
Vencedor de sete prêmios Grammy e responsável por sucessos como “California Love” , do saudoso Tupac Shakur , e “The Real Slim Shady” , de Eminem , Dre comparou os críticos da IA aos músicos que, no passado, teriam rejeitado a chegada da bateria eletrônica e dos sintetizadores.
Na conversa para o jornal, ele defendeu (via Gizmodo ): Não vejo isso [a inteligência artificial] como uma ameaça.
Acho que as únicas pessoas que veem isso como uma ameaça são aquelas que têm dificuldade para criar.
Conversei com algumas pessoas há poucos dias.
Elas eram contra a IA, e eu pensei: ‘Certo, vocês soam como alguém que teria sido contra a bateria eletrônica quando ela surgiu’.
Ou contra os sintetizadores, né?” Para Dr.
Dre, o movimento representa a evolução natural da tecnologia dentro do estúdio.
A visão é compartilhada por outros profissionais que enxergam a IA como mais uma ferramenta à disposição de produtores e compositores, capaz de reduzir custos e tempo ao automatizar tarefas que antes precisavam ser realizadas pelo próprio produtor ou por colaboradores humanos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.tenhomaisdiscosqueamigos.com — o conteúdo pertence a Tenho Mais Discos Que Amigos.