BRB quer vender carteira por R$ 370 milhões após decisão de Mendonça
O Banco de Brasília ( BRB ) negocia por R$ 370 milhões uma carteira com seis Cédulas de Crédito Bancário (CCBs) que têm como garantia 23 imóveis desbloqueados por determinação do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça , nesta sexta-feira (28/8).
“Este é um novo momento do BRB no qual o banco começa a vender ativos saudáveis”, afirmou o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza.
Em decisão expedida nesta sexta-feira (28/8), o ministro determinou o cancelamento das indisponibilidades decorrentes do processo que tramitou na primeira instância, no início das investigações sobre os negócios do BRB com o Banco Master.
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1 de 2 Ministro André Mendonça é relator dos inquéritos sobre o escândalo do INSS no Supremo e de dois inquéritos contra Lulinha BRENO ESAKI/METRÓPOLES @BrenoEsakiFoto 2 de 2 Nelson Antônio de Souza, presidente do BRB VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto A própria 10ª Vara Federal Criminal do DF havia determinado desbloqueio de bens da instituição financeira , mas os imóveis ainda continuavam com restrição, impedindo a conclusão do negócio pelo BRB, que comprou a carteira.
Mendonça pontuou que a decisão desta sexta-feira (28/8) não cancela bloqueios autônomos eventualmente dirigidos a terceiros nem constitui declaração de que esses bens estão livres de eventuais bloqueios futuros.
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As cédulas estão dentro do Fundo Trevi, que era administrado pela Reag.
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