MDB racha no 2º turno: 16 diretórios apoiam Flávio Bolsonaro e 10 ficam com Lula
Flávio Bolsonaro (PL) e Lula (PT) disputam o 2º turno Diego Herculano/Reuters e Adriano Machado/Reuters O MDB está dividido no segundo turno da eleição presidencial.
Dos 27 diretórios estaduais do partido, 16 declararam apoio a Flávio Bolsonaro (PL), enquanto dez anunciaram que estarão ao lado de Lula (PT).
Em um estado, os filiados foram liberados para votar no candidato de sua preferência.
A divisão ficou evidente nesta terça-feira (13).
Em evento realizado em São Paulo, o presidente nacional do MDB, Baleia Rossi, anunciou o apoio da maioria dos diretórios estaduais a Flávio Bolsonaro.
O candidato participou do encontro, que reuniu representantes desses estados. ✅ Siga o canal de notícias de eleições do g1 no WhatsApp Durante a tarde, a ala do partido favorável à reeleição de Lula e Geraldo Alckmin também formalizou seu posicionamento.
Veja a divisão abaixo: Apoiam Flávio Bolsonaro os diretórios do MDB em 16 estados e no Distrito Federal: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Norte, Mato Grosso, Distrito Federal, Goiás, Amapá, Acre, Tocantins, Roraima, Espírito Santo e Mato Grosso do Sul.
Apoiam Lula os diretórios do MDB em dez estados: Amazonas, Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Pará, Pernambuco, Piauí, Paraíba e Rondônia.
O MDB de Sergipe liberou seus filiados para votar no candidato de sua preferência.
Apesar disso, o diretório enviou um representante ao encontro com Flávio Bolsonaro, em São Paulo.
Diretórios do MDB nos estados se dividem entre apoiar Flávio Bolsonaro e Lula no 2º turno Arte/g1 O evento a favor de Flávio contou com a participação do prefeito de São Paulo, Ricardo Nunes, e do vice-governador paulista, Felício Ramuth -- ambos do MDB.
O encontro aconteceu no comitê de campanha do governador reeleito, Tarcísio de Freitas (Republicanos), outro apoiador do senador e ex-ministro do governo de Jair Bolsonaro (PL).
“Tomamos a decisão que o povo tomou nas urnas no primeiro turno, que é o desejo de mudança.
E desejando que Flávio repita a gestão [de] Ricardo Nunes e [de] Tarcísio de Freitas”, afirmou Rossi, sobre a escolha da maioria do MDB em estar com Flávio Bolsonaro.
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