Caso Gisele: Laudo descarta suicídio e conclui que PM foi assassinada
Um laudo complementar do Instituto de Criminalística de São Paulo aponta que a hipótese de suicídio da soldado Gisele Alves Santana foi considerada incompatível com os elementos analisados na investigação .
Segundo a perícia, a policial foi assassinada .
Para a polícia, restou evidente a intervenção de uma segunda pessoa na morte de Gisele .
O tentente-coronel Geraldo Leite Rosa Neto, ex-marido da vítima, é acusado pelo feminicídio e está preso desde março deste ano.
O documento, obtido pela CNN Brasil , alega que a hipótese de que a morte teria sido decorrente de suicídio foi falsificada e, portanto, descartada.
Segundo o instituto, a avaliação técnica identificou divergências materiais determinadas entre a versão inicialmente apresentada e os vestígios físicos encontrados .
A perícia destaca ainda a análise do conjunto de padrões de manchas de sangue e dos demais elementos coletados no local, que contradisse a possibilidade de Gisele ter tirado a própria vida.
O que dizem as defesas A defesa do tentente-coronel, composta pelo advogado Eugenio Malavassi, afirmou que analisa a reposta do Instituto de Criminalística sobre os quesitos apresentados no laudo, juntamente com o assistente técnico.
A defesa técnica dos familiares de Gisele, por sua vez, reiterou que “jamais teve dúvidas de que a morte foi resultado de um feminicídio”.
Para o advogado Miguel Silva, o laudo complementar reforça as provas já existentes e confirma que Gisele foi assassinada pelo tenente-coronel, apontado como como autor do crime. (Em atualização)
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.cnnbrasil.com.br — o conteúdo pertence a CNN Brasil.