NWSL e sindicato chegam a acordo que amplia flexibilidade para salários e bônus
A NWSL (liga feminina de futebol) e a Associação de Jogadoras da NWSL anunciaram um acordo para encerrar seis queixas pendentes entre as partes, incluindo mudanças na regra de Jogadora de Alto Impacto (HIP, na sigla em inglês), que passará a ter critérios mais flexíveis a partir de 2027.
A regra HIP permite que os clubes invistam até US$ 1 milhão acima do teto salarial em atletas qualificadas.
Até agora, as jogadoras precisavam atender a requisitos comerciais ou esportivos definidos pela liga.
Com a alteração negociada entre as partes, essas restrições deixarão de existir a partir de 2027.
CONHEÇA O PAINEL INTELIGENTE DA MÁQUINA DO ESPORTE SOBRE A COPA DO MUNDO FEMININA DE 2027 Detalhes O acordo também contempla a rejeição, por parte da comissária Jessica Berman, do contrato inicial entre Washington Spirit e Trinity Rodman, além de questões relacionadas ao acordo comercial da liga com uma marca de chuteiras.
O texto amplia as possibilidades de pagamento de bônus por desempenho e aumenta a transparência em relação às contribuições da participação em receitas para o cálculo do teto salarial.
Segundo o sindicato, o entendimento assegura “ganhos significativos na remuneração dos jogadores, transparência financeira e proteções contratuais”, após uma série de reclamações que questionavam a “tomada de decisões unilaterais e a aplicação de cláusulas” do acordo coletivo de trabalho pela liga.
LEIA MAIS: Valvoline é nova patrocinadora da Copa do Mundo Feminina de 2027 LEIA MAIS: Fifa iguala verba para seleções da Copa do Mundo Feminina 2027 com Copa Masculina 2026 Negociação O acordo foi firmado após meses de discussões entre as partes e ocorre em um momento de expansão da NWSL, que projeta chegar a 20 equipes nos próximos anos.
Para Meghann Burke, diretora-executiva do sindicato, a negociação fortalece a participação das atletas nas decisões sobre o futuro da competição. ‘Este acordo visa dar voz às jogadoras na construção do futuro da Liga”, defende a sindicalista.
“As jogadoras conquistaram o direito de participar das negociações e nosso sindicato garantirá que isso aconteça.
Este acordo demonstra que o que é bom para as jogadoras é bom para a NWSL e para o esporte.” Do lado da liga, o vice-presidente executivo Bill Ordower destacou a importância da resolução das divergências para a estabilidade do ambiente de trabalho e das operações da competição.
“Desentendimentos são uma parte natural de qualquer relação trabalhista madura, principalmente em uma liga que está crescendo e evoluindo tão rapidamente quanto a nossa”, analisa Ordower.
“O que importa é como você os resolve.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em maquinadoesporte.com.br — o conteúdo pertence a Máquina do Esporte.