Alzheimer: estudos buscam voluntários em Curitiba para testar novos tratamentos contra agitação e alucinações
No Dia Mundial e Nacional de Conscientização da Doença de Alzheimer , lembrado no próximo domingo (21), dois estudos clínicos internacionais buscam pacientes em Curitiba para avaliar novas alternativas de tratamento para sintomas associados à doença.
As pesquisas são conduzidas pelo CECPAR – Centro de Estudos Clínicos do Paraná e investigam especificamente manifestações como agitação, alucinações e delírios .
Estudos clínicos em Curitiba buscam pacientes com Alzheimer para avaliar novas alternativas contra sintomas da doença.
Foto: Ilustrativa/Magnific Os estudos têm participação gratuita e estão com vagas abertas para novos participantes.
A condução clínica é do médico e investigador clínico Luiz Fernando Petry .
Além dos procedimentos previstos nos protocolos, os participantes elegíveis poderão passar por avaliações diagnósticas abrangentes.
“Cada estudo clínico é uma etapa necessária para que a ciência consiga responder a perguntas que ainda não têm resposta.
Para quem participa, existe a possibilidade de contribuir diretamente para esse processo, mas o impacto vai muito além: os conhecimentos produzidos podem abrir caminho para novas opções de tratamento e representar esperança para milhares de pessoas que poderão enfrentar o Alzheimer no futuro” explica Luiz Petry.
Exposição com 5 mil tsurus toma conta do Aeroporto Afonso Pena; entenda o significado da instalação Pesquisas miram sintomas que desafiam pacientes e cuidadores Atualmente, o CECPAR participa de dois estudos internacionais voltados a pessoas com Alzheimer.
Um deles avalia uma nova abordagem para a agitação associada à doença .
O outro investiga uma alternativa para a psicose relacionada ao Alzheimer , que pode provocar alucinações e delírios.
A agitação pode aparecer em diferentes fases da evolução da doença e se manifestar por meio de inquietação, comportamentos agressivos, atividade motora excessiva ou solicitações constantes de atenção.
Segundo Luiz Petry, essa manifestação pode atingir aproximadamente metade dos pacientes e está relacionada à piora da qualidade de vida e ao aumento da sobrecarga dos cuidadores.
“As opções atualmente utilizadas para a agitação associada ao Alzheimer podem apresentar eficácia limitada e provocar efeitos adversos que dificultam seu uso, especialmente em pacientes idosos.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bandab.com.br — o conteúdo pertence a Banda B.