Empresas de ônibus investigadas por suspeita de ligação com o PCC deixam de cumprir 3 de cada 4 viagens previstas em contrato em SP
Transporte por ônibus em São Paulo Jornal Nacional/ Reprodução As empresas de ônibus investigadas pela Polícia Civil por suspeita de envolvimento com o Primeiro Comando da Capital (PCC) são alvo também de reclamações dos passageiros.
Dados da SPTrans mostram que três de cada quatro linhas operadas por essas empresas não cumprem o número mínimo de viagens previsto em contrato com a Prefeitura de São Paulo.
Na prática, o trabalhador olha o quadro de horários, espera no ponto e o ônibus não passa quando deveria.
“Ninguém merece esperar o ônibus debaixo de chuva.
Pior ainda se ele não aparecer”, diz a técnica de enfermagem Elisa Joana.
Nesta terça-feira (22), das três partidas da linha 5018-10, programadas entre 17h e 17h30, apenas uma foi realizada.
“Por conta de atraso, por conta de ônibus que quebra e pouco ônibus na linha.
Agora saiu um.
Sabe Deus a hora que vai chegar o outro”, relatou Elisa.
A linha 5018-10 liga o Shopping Interlagos ao Jabaquara e deixou de fazer quase metade das viagens neste ano, segundo o último levantamento, de maio.
A operação é da A2 Transportes, empresa responsável pelas dez linhas que menos cumpriram viagens na capital, segundo a Prefeitura.
“Às vezes você fica 40 minutos esperando.
Aí vem um atrás do outro.
Não tem controle”, afirma o aposentado Carlos Alberto.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.