Decisão sobre BRB no STF divide opiniões entre candidatos ao GDF
A decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ) Luiz Fux que determina a manutenção de depósitos judiciais do Tribunal de Justiça da Bahia (TJBA) no Banco de Brasília (BRB), por 90 dias , dividiu opiniões entre os candidatos ao Governo do Distrito Federal (GDF).
José Roberto Arruda (PSD) e Kiko Caputo (Novo) se manifestaram a favor do posicionamento do magistrado, que citou provável impacto grave no BRB, além de potenciais prejuízos a todo o sistema financeiro e até ao Poder Judiciário.
Os candidatos também cobraram respostas sobre o caso do banco que enfrenta crise financeira após negócios com o Banco Master investigados pela Polícia Federal.
“Eu, em nome de todos os moradores de Brasília, tenho que agradecer ao ministro Fux por essa decisão.
É uma decisão importante nessa batalha pra salvar o BRB.
E eu espero que a governadora publique o balanço pra gente saber o tamanho do problema e como realmente podemos salvar o BRB”, declarou Arruda.
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1 de 10 Celina Leão (PP) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES 2 de 10 Arruda (PSD) LUIS NOVA / METRÓPOLES @LuisGustavoNova 3 de 10 Leandro Grass (PT) LUIS NOVA / METRÓPOLES @LuisGustavoNova 4 de 10 Paula Belmonte (PSDB) Divulgação 5 de 10 Cappelli (PSB) LUIS NOVA / METRÓPOLES 6 de 10 Kiko Caputo (Novo) HUGO BARRETO/METRÓPOLES @hugobarretophoto 7 de 10 Professor Robson (PSTU) HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto 8 de 10 Elisson (Agir) HUGO BARRETO / METRÓPOLES @hugobarretophoto 9 de 10 Samara Mineiro (UP) VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto 10 de 10 Expedito Mendonça (PCO) PCO/Reprodução Kiko Caputo afirmou que, “apesar da necessidade de punir todos os que trabalharam para destruir o BRB, é importante enaltecer a decisão do ministro Fux tomada com objetivo de salvar um patrimônio de todos os brasilienses”.
Já Ricardo Cappelli (PSB) classificou a decisão como “esdrúxula” e a apelidou de “Salva Celina”, em referência à governadora que disputa a reeleição, Celina Leão (PP).
A medida cautelar deferida pelo ministro atende ao pedido do GDF, acionista majoritário do BRB.
“Essa decisão esdrúxula confirma apenas uma questão: o BRB está quebrado e com a ajuda inacreditável do Judiciário estão enganando a população e empurrando o escândalo para depois da eleição”, criticou Cappelli.
Leandro Grass (PT) disse que a decisão judicial é “curiosa”.
“Falta a governadora publicar o balanço e a auditoria do banco”, enfatizou.
Para Paula Belmonte (PSDB), a decisão do ministro Luiz Fux “expõe, mais uma vez, a gravidade da situação do BRB”.
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