Malévola e amiga pagam fiança e são liberadas após prisão no Egito
A influencer Malévola Alves Reprodução Mariana Alves, conhecida como Malévola, e sua amiga Bruna Mercatelli pagaram fiança e foram soltas nesta quarta-feira (21), após terem sido presas na terça-feira (20) no Egito por "comportamento obsceno".
Antes de as influenciadoras serem liberadas, o advogado delas informou ao g1 sobre os próximos passos do processo.
De acordo com o advogado Jonatha Carvalho Matos, que acompanha o caso do Brasil, ambas responderão ao processo em liberdade, podendo assim retornar ao Brasil.
A defesa informou que mantém contato com a Embaixada do Brasil no Cairo, capital do Egito, e acompanha o caso com as autoridades locais para garantir os direitos das influenciadoras.
Agora no g1 As autoridades egípcias ainda não confirmaram oficialmente se foi arbitrada alguma fiança, se o valor foi pago e se as duas serão soltas.
O Ministério das Relações Exteriores, por meio da Embaixada do Brasil no Egito, informou que "acompanha o caso" e "tem prestado assistência consular" às brasileiras "e a seus familiares no Brasil, disponibilizando serviço de orientação jurídica e auxiliando na interlocução com as autoridades locais." Segundo Jonatha, uma equipe de advogados egípcios está no país africano atuando para garantir os direitos de Malévola e Bruna após terem sido detidas em Alexandria.
Elas foram presas pelas autoridades locais depois de gravarem e divulgarem na internet vídeos que fizeram nas ruas.
De acordo com a polícia do Egito, as brasileiras aparecem realizando gestos de cunho sexual e assediando pessoas em vias públicas.
A defesa das influencers informou que ainda tenta esclarecer quais foram os crimes atribuídos às duas.
Advogado diz que foi paga fiança Malévola Alves e Bruna Mercatelli em delegacia no Egito em outubro de 2026.
Divulgação/Ministério da Informação do Egito Os advogados no Brasil aguardam mais informações para saber quanto foi o valor da fiança pago por Malévola e Bruna.
"Seria 20 mil [pouco mais de R$ 2 mil] ou 40 mil [cerca de R$ 4 mil] libras egípcias", disse Jonatha.
A prisão das brasileiras ganhou repercussão internacional após o Ministério do Interior do Egito divulgar um comunicado informando que elas foram identificadas e detidas depois da divulgação de vídeos nas redes sociais.
Segundo as autoridades, as duas teriam gravado e publicado o conteúdo para aumentar o número de visualizações.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 São Paulo.