Goleiro Bruno já recebeu valor de processo ligado à pensão de Bruninho
O ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes já recebeu um pagamento à vista referente ao processo que ganhou contra a Editora Record por uso indevido de imagem na capa de um livro.
Em 2024, o ex-jogador assinou uma escritura pública cedendo integralmente o direito ao crédito judicial para a empresa PBL Compras de Créditos Judiciais .
Com a transação, Bruno embolsou um valor antecipado e a PBL assumiu a titularidade da execução para receber os R$ 105 mil depositados judicialmente pela Editora Record.
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Por causa disso, o montante depositado virou alvo de Bruninho Samudio, filho do ex-atleta, que cobra na Justiça o pagamento de pensões alimentícias atrasadas por parte do pai.
Ao Metrópoles , a PBL não quis revelar o valor pago a Bruno, alegando que a informação é sigilosa .
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1 de 5 Bruno Fernandes, o goleiro Bruno, foi preso na manhã de sexta-feira (8/5), no Rio de Janeiro, após dois meses foragido Renata Caldeira/TJMG 2 de 5 Goleiro Bruno Reprodução/Instagram 3 de 5 O ex-Flamengo foi condenado a 22 anos e 3 meses de prisão pelo homicídio de Eliza Samudio, modelo e mãe do filho do ex-atleta Rubro-Negro.
Reprodução/Redes sociais 4 de 5 Bruno teve a liberdade condicional revogada em 5 de março pela Primeira Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), após descumprir regras Marcelo Albert/TJMG 5 de 5 Goleiro Bruno Reprodução/Redes sociais Pensão bloqueada A 14ª Câmara de Direito Privado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) suspendeu temporariamente a transferência de valores de um processo do goleiro Bruno para o pagamento da pensão alimentícia do filho Bruninho Samudio.
A informação consta em decisão do desembargador Luiz Eduardo Cavalcanti de 13 de agosto, à qual o Metrópoles teve acesso com exclusividade.
O valor é resultado de uma indenização por uso indevido de imagem que Bruno venceu contra a Editora Record.
Após a vitória judicial, a editora realizou o depósito do dinheiro em juízo para quitar a dívida com o ex-atleta.
No entanto, a destinação dos recursos virou alvo de disputa jurídica após Bruno assinar uma escritura pública cedendo integralmente o direito do crédito à empresa PBL Compras de Créditos Judiciais.
Nessa modalidade de transação, o autor do processo vende o valor a receber a um investidor para obter o dinheiro à vista.
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