Messias e Marinho discutem nas redes sobre Caso Master: "Militante do PT"
O titular da Advocacia-Geral da União (AGU), Jorge Messias, e o senador e coordenador de campanha de Flávio Bolsonaro (PL), Rogério Marinho (PL-RN), protagonizaram uma discussão nas redes sociais após uma publicação do ministro sobre o escândalo financeiro envolvendo o Banco Master, de Daniel Vorcaro.
No post, Messias afirma, sem citar Flávio, que “tem candidato a presidente da República que procurou o dono do Banco Master para pedir milhões em benefício de sua própria família”.
Embora não o mencione diretamente, a fala pode ser associada a Flávio, que é investigado pela Polícia Federal (PF) no caso Dark Horse.
O corporação apura o financiamento da cinebiografiia sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Messias cita a decisão do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) que determinou o cancelamento de R$ 4,7 bilhões em precatórios do setor sucroalcooleiro ligados ao Master .
“Tem candidato a Presidente da República que procurou o dono do Banco Master para pedir milhões em benefício de sua própria família.
Enquanto isso, o Banco Master foi acusado de tentar fraudar o povo brasileiro e obter, indevidamente, bilhões dos cofres públicos, inclusive de servidores aposentados”, escreveu o ministro.
“Já o governo do Presidente Lula, por meio da atuação firme da Advocacia-Geral da União, impediu a concretização desse prejuízo”, prosseguiu.
A publicação gerou reação de Marinho, que acusou Messias de agir “como militante do PT e abre mão de sua função institucional” .
“Quando o advogado-geral da União se comporta como militante do PT e abre mão de sua função institucional, só nos resta como brasileiros dar o cartão vermelho a ele e toda a caterva do PT, que usa o Estado brasileiro sem nenhuma cerimônia como extensão do partido.
Basta de patrimonialismo, aparelhamento, corrupção e desprezo pelas instituições”, respondeu o coordenador de campanha de Flávio.
O AGU, por sua vez, rebateu a fala de Marinho e cobrou explicações sobre o destino do dinheiro aplicado por Vorcaro no caso Dark Horse.
Veja: Meu Prezado Senador, O senhor não precisava passar esse recibo.
O senhor poderia fazer um favor para o povo? Já que seu candidato não consegue explicar o destino da grana, faz essa gentileza para todo o Brasil.
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