sexta-feira, 18 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Últimas

Chamar Anne Frank de ‘vitimista’ revela desconhecimento da história

Veja ·
Chamar Anne Frank de ‘vitimista’ revela desconhecimento da história

“Não que ela se vitimiz… melhor eu não falar.” Foi assim, com a frase pela metade, que uma jovem justificou ter eleito O Diário de Anne Frank o pior livro que leu neste ano.

O vídeo, gravado para o TikTok durante a 28ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, viralizou.

A internet completou a palavra.

A repercussão chegou às instituições.

O Museu do Holocausto de Curitiba e a Federação Israelita publicaram notas no Instagram na quarta-feira, 16.

Lembraram que o diário é o registro de uma jovem judia perseguida pelos nazistas e que relatar o sofrimento não significa transformar a condição de vítima em identidade.

Falar em vitimismo diante desse livro é desconhecer a história que ele conta.

Anne começou a escrever em 12 de junho de 1942, dia em que completou 13 anos e ganhou um livro de autógrafos com capa de pano xadrez.

Decidiu transformá-lo em diário.

“Espero que você seja uma grande fonte de conforto e ajuda”, pediu no primeiro dia.

A autora escreveu as páginas escondida dos nazistas até os 15 anos e não sobreviveu para vê-las publicadas.

Nas páginas, não há vitimismo.

Há uma adolescente que sonhava ser escritora e que confidenciava os pensamentos do seu dia, como contaria a uma amiga.

Endereçava seus textos a Kitty, personagem da série de livros juvenil Joop ter Heul .

Ler a notícia completa no Veja ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em veja.abril.com.br — o conteúdo pertence a Veja.

Mais de Veja

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›