RTX Spark: NVIDIA e Microsoft mostram como os jogos vão rodar em notebooks com chip Arm
A NVIDIA usou o NVIDIA Editor’s Day para detalhar o que espera dos jogos no RTX Spark , superchip (um SoC, System on Chip) que a empresa anunciou para notebooks e desktops compactos com Windows.
O Voxl esteve no evento em San Francisco , a convite da NVIDIA, e pode ver de perto um pouco do poder que a empresa irá entregar.
A parte de games ficou a cargo de Henry Lin , diretor de gerenciamento de produto de Gaming e IA da empresa, e de Peter Dawoud , gerente de produtos da Microsoft, que explicaram de como a plataforma já vai chegar com diversos jogos já compatíveis, anti-cheats funcionando e novidades de DLSS e de IA para os próximos meses.
O que é o RTX Spark O RTX Spark foi apresentado na Computex deste ano como o primeiro chip de consumo totalmente integrado da NVIDIA.
Ele reúne em um único chip uma GPU Blackwell e uma CPU de 20 núcleos baseada em arquitetura Arm, desenvolvida em parceria com a MediaTek, que pode ter até 128 GB de memória unificada .
A NVIDIA o descreve como uma versão menor dos chips que usa em seus supercomputadores de IA.
A proposta é rodar jogos, aplicativos criativos e agentes de IA locais em notebooks finos.
Como o processador é Arm, programas feitos para Intel e AMD (x64) precisam de emulação, e é aí que entra a Microsoft.
Centenas de jogos no dia do lançamento Henry Lin abriu a parte de games lembrando que o nome RTX não está ali por acaso.
Segundo ele, a plataforma herda o que a NVIDIA vem construindo desde 2018 e depende de três frentes trabalhando juntas.
A primeira é o hardware, com a arquitetura Blackwell, com núcleos dedicados a ray tracing e a IA.
A segunda é o software, com “milhões de horas de engenharia por ano” para otimizar desempenho e estabilidade.
A terceira é um time de relações com desenvolvedores que trabalha lado a lado com os estúdios.
O resultado, de acordo com a empresa, é que o RTX Spark chega com suporte a centenas de jogos no dia do lançamento .
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