Viagens espaciais: para saltar mais alto, impulso maior
Como já vimos anteriormente em nossa série sobre viagens espaciais, estamos muito próximos de voltar a pisar na superfície da Lua .
Com muito investimento e trabalho, talvez tenhamos uma base lunar nos próximos anos.
Já para Marte entrar para nosso roteiro turístico, talvez ainda demore algumas décadas.
Uma viagem tripulada para o Planeta Vermelho ainda seria muito arriscada com as tecnologias atuais.
Mas se quisermos saltar mais alto, precisaremos de um impulso maior.
E quando falamos de viagens pelo Cosmos, esse impulso vem dos motores que podem levar a humanidade ao espaço profundo .
Sim, nós já temos tecnologias para enviar sondas para os planetas mais distantes do Sistema Solar e até para fora dele.
As Voyagers, por exemplo, foram lançadas há quase cinquenta anos e já alcançaram o espaço interestelar.
Mas uma coisa é enviar uma pequena sonda robótica em viagens que podem durar anos, e outra, completamente diferente, é transportar seres humanos pelo espaço profundo.
Para uma missão tripulada, não basta chegar ao destino.
Além das pessoas, precisamos levar alimentos, água, equipamentos e tudo o que será necessário para mantê-las vivas durante a viagem.
E quanto mais distante o destino, maior tende a ser o tempo de viagem e maior a quantidade de recursos necessários.
Portanto, viagens tripuladas mais distantes só se tornarão viáveis se puderem ser feitas mais rapidamente, e para isso, novas formas de propulsão são necessárias.
Nossos foguetes atuais ainda utilizam motores com a mesma base tecnológica de 70 anos atrás.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em olhardigital.com.br — o conteúdo pertence a Olhar Digital.