quinta-feira, 13 de agosto de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Como o WhatsApp quer usar IA para alertar sobre golpes recebidos no app Zuckerberg e Musk finalmente saem do Z4 da IA (e botam pressão nos líderes) Meta bane 750 mil contas de adolescentes na Austrália após nova lei Videntes cegos na Coreia do Sul perdem clientes para inteligência artificial Máquina de lavar também precisa de limpeza: quando e como fazer Siri bem-informada: Apple negocia com jornais para atualizar assistente Shopee lança entregas em até 4 horas no Brasil, com estreia no mercado de alimentos frescos IAs mudam de opinião para agradar visão política do usuário, diz estudo Bumble acaba com regra de que apenas mulheres iniciam conversa em matches App na loja da Apple permitia simular estupro com fotos no Reino Unido Como o WhatsApp quer usar IA para alertar sobre golpes recebidos no app Zuckerberg e Musk finalmente saem do Z4 da IA (e botam pressão nos líderes) Meta bane 750 mil contas de adolescentes na Austrália após nova lei Videntes cegos na Coreia do Sul perdem clientes para inteligência artificial Máquina de lavar também precisa de limpeza: quando e como fazer Siri bem-informada: Apple negocia com jornais para atualizar assistente Shopee lança entregas em até 4 horas no Brasil, com estreia no mercado de alimentos frescos IAs mudam de opinião para agradar visão política do usuário, diz estudo Bumble acaba com regra de que apenas mulheres iniciam conversa em matches App na loja da Apple permitia simular estupro com fotos no Reino Unido
Entretenimento

A Morte de Robin Hood – Crítica: Filme reinventa a lenda com drama sobre culpa e redenção

Observatório do Cinema ·
A Morte de Robin Hood – Crítica: Filme reinventa a lenda com drama sobre culpa e redenção

Durante décadas, Robin Hood foi retratado como um herói quase perfeito, símbolo da justiça e da luta contra os poderosos.

A Morte de Robin Hood decide seguir um caminho completamente diferente.

Em vez de celebrar a lenda, o filme questiona quem esse homem realmente foi quando as histórias terminaram.

O resultado é um drama intimista, melancólico e surpreendentemente humano, que usa um personagem conhecido para discutir culpa, arrependimento e a busca por algum tipo de paz antes do fim.

Dirigido por Michael Sarnoski, o longa não tenta competir com adaptações cheias de ação do passado.

Seu interesse está na desconstrução do mito.

Robin já não é o guerreiro invencível das canções populares.

Envelhecido e marcado pelas consequências de suas escolhas, ele precisa enfrentar não apenas antigos inimigos, mas principalmente a imagem que construiu de si mesmo ao longo da vida.

Hugh Jackman carrega o peso da história Hugh Jackman entrega uma das melhores atuações de sua carreira.

Assim como fez em Logan , o ator interpreta um homem cansado, consciente de seus erros e incapaz de fugir do passado.

Há uma vulnerabilidade constante em seu Robin Hood, mas também uma dureza que impede o personagem de se transformar apenas em um herói arrependido.

O filme nunca tenta absolver suas ações e isso torna sua jornada muito mais interessante.

Essa escolha também diferencia a produção de outras releituras do personagem.

Em vez de grandes batalhas ou roubos espetaculares, a narrativa aposta em conversas, silêncios e momentos de reflexão.

Ler a notícia completa no Observatório do Cinema ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observatoriodocinema.uol.com.br — o conteúdo pertence a Observatório do Cinema.

Este assunto em outros veículos

Mais de Observatório do Cinema

Ver tudo ›

Mais em Entretenimento

Ver tudo ›