Busca por desaparecidos: Acre tem ponto para coleta de DNA durante força-tarefa nacional
Polícia Científica realiza até 28 de agosto um mutirão de coleta de DNA de familiares para ajudar a encontrar pessoas desaparecidas Marcelo Moraes | EPTV O Acre participa da 4ª Mobilização Nacional de Coleta de DNA de Familiares de Pessoas Desaparecidas, que ocorre em todo o Brasil a partir desta segunda-feira (24).
Familiares de pessoas desaparecidas podem buscar o Departamento de Polícia Técnico Científica - Instituto de Análises Forenses, na Avenida Antônio da Rocha Viana, em Rio Branco, para fazer a coleta gratuita de DNA.
A mobilização ocorre até sexta-feira (28) e faz parte de uma força-tarefa coordenada pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP), com participação dos estados e do Distrito Federal. 📲 Participe do canal do g1 AC no WhatsApp Segundo o ministério, serão disponibilizados 334 pontos de atendimento em todo o país para familiares que ainda não forneceram material genético que possa ajudar na busca e na identificação de pessoas desaparecidas.
O procedimento é gratuito, rápida e indolor, feito por peritos oficiais com a passagem de um cotonete na parte interna da bochecha, sem necessidade de coleta de sangue.
A coleta pode ser feita mesmo que o desaparecimento tenha sido registrado em outro estado e não há prazo máximo para fornecer o material.
O perfil genético poderá ser comparado com o de pessoas encontradas vivas ou mortas e que ainda não tiveram a identidade confirmada.
Agora no g1 Quem pode participar A coleta deve ser feita, de preferência, com familiares de primeiro grau da pessoa desaparecida.
A ordem indicada é: pai e mãe; filhos e o outro genitor dos filhos da pessoa desaparecida; irmãos.
Nos casos envolvendo filhos e irmãos, a orientação é que seja feita a coleta do maior número possível de familiares, para ampliar as chances de obtenção de um perfil genético adequado para comparação.
Também podem ser entregues objetos de uso pessoal da pessoa desaparecida que possam conter material genético, como: escova de dentes; aparelho de barbear; dente de leite; cordão umbilical.
Para participar, o familiar deve apresentar documento de identificação e informações sobre o boletim de ocorrência do desaparecimento, como número do registro, estado e delegacia responsável.
Se possível, também deve levar uma cópia do boletim.
LEIA TAMBÉM: Acre teve mais de 140 desaparecimentos de crianças e adolescentes em 2025 Família busca informações de homem que desapareceu em Rio Branco há 15 dias Com quase 400 desaparecidos em 2025, Acre mantém taxa acima da média nacional Após a coleta, os peritos fazem o exame de DNA e inserem o perfil genético no banco de dados.
A partir disso, o material passa a ser comparado com perfis cadastrados de pessoas vivas e de corpos ainda não identificados.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em g1.globo.com — o conteúdo pertence a G1 Acre.