sábado, 19 de setembro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
Lula confirma encontro com Zohran Mamdani às margens da Assembleia Geral da ONU Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022 ‘Comunicação mudou forma como brasileiros acompanham eleições’, diz professor Forjando um factoide, a ficha policial falsa de Dilma Rousseff Coreia do Sul recusa enviar tropas para apoiar EUA em guerra contra Irã Lula confirma encontro com Zohran Mamdani às margens da Assembleia Geral da ONU Aclamado em Veneza, documentário sobre Gaza estreia em outubro no Brasil Milei coloca residência presidencial argentina sob controle das Forças Armadas OpenAI diz que ferramentas de IA geraram comando sem autorização humana Cuba denuncia ‘máximo estrangulamento econômico’ após novas sanções dos EUA Milhares de iranianos participam de mobilização em apoio à República Islâmica Ex-porta-voz diz que Zelensky rejeitou cinco propostas de paz desde 2022 ‘Comunicação mudou forma como brasileiros acompanham eleições’, diz professor Forjando um factoide, a ficha policial falsa de Dilma Rousseff Coreia do Sul recusa enviar tropas para apoiar EUA em guerra contra Irã
Política

TSE suspende regra e presos provisórios poderão votar em 2026

Poder360 ·

Os brasileiros que cumprem prisão provisória poderão votar nas eleições 2026, mas pode ser a última vez.

Desde 1988, a Constituição proíbe o voto dos presos condenados de forma definitiva (transitada em julgado), não dos presos provisórios ou de adolescentes menores de idade que cumprem medidas judiciais restritivas.

Mas as iniciativas para viabilizar o exercício do voto por esses eleitores só começaram em 2002.

No entanto, a Lei Antifacção (ou Lei Raul Jungmann), que entrou em vigor em março de 2026, proíbe o alistamento eleitoral e o voto de todo e qualquer preso, definitivo ou provisório.

A mudança foi parar no TSE (Tribunal Superior Eleitoral), que decidiu por suspender este trecho da lei e manter o direito de voto, nas próximas eleições de outubro, dos presos provisórios e adolescentes recolhidos.

O TSE entendeu que a determinação da Lei Antifacção viola o princípio da anualidade eleitoral, que impede mudanças a menos de 1 ano do pleito, ou seja, não pode ser aplicada agora.

Das mais de 700 mil pessoas encarceradas no Brasil, cerca de 200 mil estão em prisão provisória.

Nos últimos anos, a Justiça Eleitoral instalou cabines de votação em alguns estabelecimentos penais para garantir o direito dos presos sem condenação definitiva.

Também são feitas operações de alistamento e transferência de inscrição eleitoral em alguns Estados.

POUCOS PEDEM PARA VOTAR Mesmo assim, poucos presos provisórios e adolescentes internados pedem para votar.

Segundo o TSE, só 3% (12,9 mil) votaram nas eleições de 2022 porque há poucas seções eleitorais instaladas em estabelecimentos prisionais e socioeducativos.

Além disso, é minoritário o número de pessoas em confinamento temporário que têm documentação completa para o alistamento eleitoral.

Em 2026, só poderá votar o preso que já está com o título eleitoral em dia e que pediu para votar este ano; o prazo para o pedido terminou em maio.

De acordo com a OAB -SP (Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo), nas eleições de 2022, havia pelo menos 13.000 presos aptos a participar do pleito entre os 200 mil presos provisórios, mas o número caiu para 6,3 mil em 2024, mesmo sem mudança no total de presos.

Ler a notícia completa no Poder360 ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.poder360.com.br — o conteúdo pertence a Poder360.

Este assunto em outros veículos

Mais de Poder360

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›