Claro aposta em inovação para reduzir conta de luz em até 15% em Curitiba
A busca por alternativas que combinem economia e sustentabilidade acaba de ganhar uma nova opção em Curitiba.
A Claro iniciou na capital paranaense um projeto-piloto do Claro Energia , serviço que permite a clientes residenciais e pequenas e médias empresas utilizar energia solar compartilhada sem a necessidade de instalar painéis solares no próprio imóvel.
A proposta é possibilitar uma economia de até 15% na conta de energia , ao mesmo tempo em que o consumidor passa a utilizar energia proveniente de fontes renováveis.
O modelo foi desenvolvido para simplificar o acesso à geração solar, eliminando a necessidade de investimento em uma instalação própria, obras e manutenção de equipamentos.
Em vez de adquirir e instalar uma usina particular, o cliente participa de um modelo de geração compartilhada.
As usinas solares vinculadas ao programa produzem energia que é destinada à rede da concessionária, com os créditos correspondentes sendo aplicados à conta de energia dos participantes.
“Estamos trazendo para o cliente o melhor dos dois mundos: a possibilidade de economizar na conta de energia e, ao mesmo tempo, ter acesso a uma solução de energia renovável sem precisar fazer um investimento alto ou passar por todo o processo de instalação de uma usina própria” , explica Renato Guimarães, diretor da Claro Energia .
Renato Guimarães, diretor da Claro Energia, destaca a proposta de unir economia e acesso à energia solar sem a necessidade de instalação de painéis próprios.
Foto: Franklin Freitas/Bem Paraná Curitiba foi escolhida para iniciar o projeto A capital paranaense foi escolhida para receber a primeira etapa da iniciativa.
Segundo a Claro, Curitiba apresenta um ambiente favorável à experimentação de novas soluções e um público receptivo a propostas inovadoras.
O lançamento começou pelas lojas da operadora, onde equipes preparadas para apresentar o serviço podem realizar uma simulação a partir do consumo médio de energia do cliente.
A ferramenta permite visualizar uma estimativa da economia que pode ser obtida.
A iniciativa passou por meses de desenvolvimento e testes antes de chegar ao público.
A complexidade está principalmente na integração necessária com a concessionária de energia, já que o modelo depende da correta alocação dos créditos gerados pelas usinas.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.bemparana.com.br — o conteúdo pertence a Bem Paraná.