Só 0,5% da frota: o que falta para as motos elétricas estourarem no Brasil?
As motos elétricas vêm ganhando espaço como uma alternativa de baixo custo para reduzir os níveis de ruído e emissões de poluentes nas grandes metrópoles do Brasil — basta considerar que São Paulo concentra mais de 1 milhão de motos , quantidade superior à registrada nos Estados Unidos, por exemplo.
Neste cenário, os modelos elétricos têm atraído principalmente os trabalhadores do setor de delivery .
A eletrificação ganha força impulsionada por empresas de aluguel e tecnologia, que buscam transformar a mobilidade em duas rodas.
Apesar de representarem apenas 0,5% da frota nacional de 35 milhões de veículos da categoria, as motos elétricas oferecem atrativos decisivos, como o menor custo de manutenção e a isenção de gastos com combustível .
Claro que ainda há resistência motivada pela preferência de alguns motociclistas pelo “ronco” do motor a combustão e pelo estilo de pilotagem tradicional.
Mesmo assim, executivos do setor reforçam que a transição garante maior rentabilidade diária ao profissional.
Moto elétrica Para superar a limitação do tempo de recarga e incentivar o uso dos veículos, companhias do setor apostam no battery swap (troca rápida de bateria).
A tecnologia permite que o condutor substitua o módulo descarregado por outro 100% energizado em estações próprias em apenas três minutos — tempo inferior ao de espera por um pedido em um restaurante, por exemplo.
Além da otimização operacional para os motoboys, o uso de frotas elétricas e bicicletas com assistência motora traz impacto direto para o meio ambiente.
Segundo representantes de plataformas de entregas, a substituição dos modelos a combustão reduz em mais de 60% as emissões de carbono , além de proporcionar um ganho de até 15% na renda final do trabalhador.
Aproveite para conhecer a moto elétrica que roda mais que o Dolphin Mini com uma única carga! {{WHATSAPP_CHANNEL}}
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em canaltech.com.br — o conteúdo pertence a Canaltech.