Bancos lideram ganhos entre índices da B3 no 3º trimestre; veja quais mais se destacaram
As ações de empresas do setor financeiro foram as grandes vencedoras entre os índices de renda variável da B3 no terceiro trimestre.
Entre julho e setembro, o Índice Financeiro (IFNC) avançou 12,19%, seguido pelo Índice de Bancos (BNCO), com valorização de 10,85%, segundo levantamento da bolsa.
Ambos superaram o Ibovespa, principal índice da bolsa brasileira, que subiu 8,32% no período.
O resultado reflete a valorização das ações do setor em um trimestre marcado por mudanças nas expectativas para os juros brasileiros.
A perspectiva de taxas menores tende a favorecer o mercado acionário, inclusive empresas financeiras, embora o impacto sobre cada instituição dependa também de fatores como crédito, inadimplência e rentabilidade.
Apesar de ocuparem as duas primeiras posições, os indicadores acompanham grupos diferentes de empresas.
O Índice Financeiro é mais abrangente e reúne ações de bancos, seguradoras, companhias de previdência e outros serviços financeiros.
Já o Índice de Bancos considera especificamente as instituições bancárias negociadas na bolsa.
A diferença ajuda a mostrar que a valorização do setor financeiro no trimestre não ficou restrita às ações dos bancos.
Sustentabilidade e agronegócio completam os destaques Na terceira posição apareceu o Índice Carbono Eficiente (ICO2), com alta de 10,72%.
O indicador reúne empresas de diferentes setores da economia e considera critérios relacionados à eficiência das emissões de gases de efeito estufa.
Isso não significa, necessariamente, que a valorização tenha sido provocada por uma maior procura por investimentos sustentáveis.
Como o índice é formado por ações de companhias de diferentes atividades, seu desempenho também reflete as oscilações desses papéis na bolsa.
O agronegócio também garantiu duas posições entre os cinco maiores ganhos do trimestre.
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