quinta-feira, 8 de outubro de 2026 📬 Resumo no TelegramPortaisSobre🌓
🇧🇷 BR ▾
ÚLTIMAS
› Da coagulação do sistema internacional em esferas de poder ao IV Reich americano› Moraes manda expedir mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro e cancela passaportes› Trump nega novos ataques contra Irã antes das eleições de meio mandato nos EUA› O que é ‘split payment’, mecanismo de combate a fraudes que Flávio Bolsonaro pretende extinguir se eleito› Coreia do Sul retira embaixador da Ucrânia após crise sobre prisioneiros norte-coreanos› Preço do petróleo dispara com ameaça de novos ataques dos EUA ao Irã› Advogados de Cilia Flores pedem prisão domiciliar após possível ataque cardíaco› Lampião: o rei do cangaço também era estilista› Israel promove filme para contestar documentário sobre mortes de civis em Gaza› Seminário sobre a ação do etileno em plantas› Da coagulação do sistema internacional em esferas de poder ao IV Reich americano› Moraes manda expedir mandado de prisão contra Eduardo Bolsonaro e cancela passaportes› Trump nega novos ataques contra Irã antes das eleições de meio mandato nos EUA› O que é ‘split payment’, mecanismo de combate a fraudes que Flávio Bolsonaro pretende extinguir se eleito› Coreia do Sul retira embaixador da Ucrânia após crise sobre prisioneiros norte-coreanos› Preço do petróleo dispara com ameaça de novos ataques dos EUA ao Irã› Advogados de Cilia Flores pedem prisão domiciliar após possível ataque cardíaco› Lampião: o rei do cangaço também era estilista› Israel promove filme para contestar documentário sobre mortes de civis em Gaza› Seminário sobre a ação do etileno em plantas
Política

Dinastia Qing: a última dinastia da China, que abriu as portas ao imperialismo

Revista Fórum ·
Dinastia Qing: a última dinastia da China, que abriu as portas ao imperialismo

A Dinastia Qing foi a última dinastia imperial da China.

Governada pelos manchus entre 1644 e 1912, chegou ao poder depois da queda da Dinastia Ming e, durante boa parte de sua história, comandou um dos maiores e mais poderosos impérios do mundo.

Encerrada com a Revolução Xinhai de 1911, o período Qing foi marcado pelas concessões e mecanismos que permitiram a expansão da presença estrangeira na China.

O resultado foi uma combinação de crise fiscal, desorganização política, conflitos sociais e perda de soberania que marcaria profundamente a história chinesa.

Esse período está na origem do que a historiografia oficial da República Popular da China chama de “Século de Humilhação” , normalmente situado entre as Guerras do Ópio, no século XIX, e a fundação da República Popular da China, em 1949.

Uma dinastia estrangeira no comando da China Os Qing chegaram ao poder em 1644.

Diferentemente das dinastias anteriores, sua elite dirigente era de origem manchu, povo do nordeste asiático, diferente da etnia Han, que governou a China na maior parte da história.

Os Qing governaram utilizando grande parte das estruturas administrativas herdadas dos Ming .

Durante os reinados dos imperadores Kangxi, Yongzheng e Qianlong, o império cresceu territorialmente, sua população aumentou e a China permaneceu como uma das principais potências econômicas e políticas da Ásia.

Imperador Kangxi (Foto: Wikimedia Commons) O problema começou a aparecer com maior intensidade quando o sistema imperial chinês encontrou um mundo em transformação.

Na Europa, a Revolução Industrial havia criado potências militares e comerciais com capacidade de projetar força em escala global.

A Grã-Bretanha queria ampliar o acesso ao mercado chinês, mas encontrava um obstáculo: os produtos chineses, especialmente chá, seda e porcelana, eram muito procurados na Europa, enquanto os chineses tinham relativamente pouca demanda por produtos britânicos.

A solução encontrada pelos comerciantes britânicos foi o ópio produzido na Índia.

O ópio e a guerra pelo mercado chinês O comércio de ópio provocou uma saída crescente de prata da China e agravou problemas sociais relacionados ao consumo da droga.

Ler a notícia completa no Revista Fórum ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em revistaforum.com.br — o conteúdo pertence a Revista Fórum.

Mais de Revista Fórum

Ver tudo ›

Mais em Política

Ver tudo ›